Em 2019, indústria acumula -0,7%, diz IBGE

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Em 2019, indústria acumula -0,7%, diz IBGE Foto: Divulgação Em 2019, indústria acumula -0,7%, diz IBGE

No índice acumulado para janeiro-maio de 2019, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial caiu 0,7%, com resultados negativos em uma das quatro grandes categorias econômicas, 10 dos 26 ramos, 41 dos 79 grupos e 48,6% dos 805 produtos pesquisados, informou nesta terça-feira (02) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre as atividades, a de indústrias extrativas (-13,2%) teve a maior influência negativa, pressionada pelos itens minérios de ferro e óleos brutos de petróleo. Vale destacar também as contribuições negativas de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-8,0%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-5,8%), de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-9,6%), de outros equipamentos de transporte (-11,2%), de impressão e reprodução de gravações (-12,4%) e de produtos de madeira (-5,3%).

Por outro lado, entre as 16 atividades que ampliaram produção, a principal influência veio de veículos automotores, reboques e carrocerias (6,5%), impulsionados pela maior fabricação dos itens automóveis, reboques e semirreboques, autopeças e caminhões. Outras contribuições positivas relevantes foram de bebidas (8,1%), de produtos alimentícios (1,7%), de produtos de metal (7,0%), de produtos de minerais não-metálicos (4,5%), de máquinas e equipamentos (2,1%), de outros produtos químicos (1,1%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (2,4%).

Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os cinco primeiros meses de 2019 mostrou menor dinamismo para bens intermediários (-2,0%), pressionados pela redução em indústrias extrativas (-13,2%), reflexo dos efeitos do rompimento de uma barragem de rejeitos de mineração na região de Brumadinho (MG). Por outro lado, os setores produtores de bens de consumo duráveis (3,3%), de bens de capital (1,9%) e de bens de consumo semi e não-duráveis (1,2%) tiveram taxas positivas no índice acumulado no ano.

(Redação - Investimentos e Notícias)