EBITDA da WEG atinge R$ 489,0 milhões no 3T18

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EBITDA da WEG atinge R$ 489,0 milhões no 3T18 Foto: Divulgação

A WEG S.A. (B3(NM): WEGE3, OTC: WEGZY) anunciou hoje seus resultados referentes ao terceiro trimestre de 2018 (3T18). As informações financeiras e operacionais a seguir, exceto quando indicado de outra forma, são apresentadas em bases consolidadas, em milhares de reais, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, incluindo a Legislação Societária e a convergência às normas internacionais do IFRS. As taxas de crescimento e demais comparações são, exceto quando indicado de outra forma, feitas em relação ao mesmo período do ano anterior.

A Receita Operacional Líquida foi de R$ 3.237,3 milhões no 3T18, 32,9% superior ao 3T17 e 5,9% superior ao 2T18. Ajustada pelos efeitos da consolidação das aquisições WEG Transformers USA (WTU) e TGM, a ROL mostraria crescimento de 29,3% sobre o 3T17 e 6,6% em relação ao 2T18.

O EBITDA atingiu R$ 489,0 milhões, 25,9% superior ao 3T17 e 5,0% superior ao 2T18, enquanto a margem EBITDA de 15,1% foi 0,9 ponto percentual menor que no 3T17 e 0,1 ponto percentual menor do que no 2T18.

O Retorno Sobre o Capital Investido (ROIC) atingiu 17,2% no 3T18, um crescimento de 0,6 ponto percentual em relação ao 3T17 e crescimento de 0,3 ponto percentual em relação ao 2T18.

O crescimento da receita no terceiro trimestre se manteve no Brasil e no exterior. No Brasil o destaque foi a receita dos novos negócios, como as usinas de energia solar e a recente aquisição da TGM, empresa de turbinas a vapor. No mercado externo, o crescimento se mantém consistente nas vendas de equipamentos de ciclo curto e já observamos novas oportunidades em projetos que demandam equipamentos de ciclo longo, principalmente para os segmentos de óleo e gás, papel e celulose e mineração.

A expansão do ROIC foi destaque novamente nesse trimestre comprovando a estratégia de investimentos em novos negócios, com retornos atraentes. A volatilidade sobre as margens operacionais, sobretudo em GTD no Brasil e no exterior, foi mais do que compensada pelos ganhos de escala e pela eficiência na alocação de capital.

(Redação - Investimentos e Notícias)