CSU lucra R$ 9,1 milhões no segundo trimestre

CSU lucra R$ 9,1 milhões no segundo trimestre Foto: Divulgação CSU lucra R$ 9,1 milhões no segundo trimestre

A CSU, empresa líder no mercado brasileiro de prestação de serviços de alta tecnologia voltados ao consumo, relacionamento com clientes, processamento e transações eletrônicas, anunciou um lucro líquido de R$ 9,1 milhões no segundo trimestre de 2017 (2T17), valor que supera em 9,2% os três meses anteriores (1T17) e em 8,2% o resultado apresentado no mesmo período de 2016. No acumulado do semestre (1S17), o lucro líquido alcançou R$ 17,4 milhões, com 5,4% de crescimento em doze meses.

A receita bruta da companhia também evoluiu de abril a junho deste ano, 1,0% sobre o mesmo período do ano anterior e 2,3% em relação ao 1T17, chegando a R$ 134,0 milhões. A receita líquida foi de R$ 121,0 milhões no 2T17, também representando aumento de 1,0% na comparação anual e de 2,1% trimestre contra trimestre. O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) chegou a R$ 23,6 milhões no segundo trimestre, o que significou aumento de 5,4% sobre o trimestre anterior e uma redução de 2,0% em doze meses.

De acordo com o CFO da CSU, Ricardo Ribeiro Leite, a Companhia tem conseguido manter sua lucratividade, apesar do cenário econômico desfavorável, apresentando evolução positiva de seus principais indicadores financeiros. “Focamos nosso trabalho no desenvolvimento de cada uma das unidades de negócios. As evoluções operacionais dessas divisões, o estrito controle de custos e despesas e as menores despesas financeiras ocasionadas pela redução da taxa básica de juros nos permitiram a expansão do lucro líquido, mesmo diante dos desafios macroeconômicos do país”, explica.

A CardSystem, divisão responsável pelas atividades de processamento e administração de meios eletrônicos de pagamento, encerrou o 2T17 com 25,6 milhões de cartões cadastrados, um crescimento de 12,6% em um ano, sendo o maior patamar na história da Companhia. O resultado é atribuído à expansão orgânica da base de cartões, além da migração da carteira do Banco Mercantil do Brasil em fevereiro deste ano. O número de plásticos faturados também aumentou, concluindo o trimestre com 21,8 milhões de unidades, 10,6% acima do mesmo período do ano anterior.

Adicionalmente, a CardSystem lançou recentemente a plataforma CSU.Digital, passando a apresentar aos emissores as mais completas soluções digitais em uma única plataforma. Acompanhando tendências do mercado, a CSU.Digital viabiliza redução de custos, pagamentos seguros através da internet, transações por aproximação via telefone celular, dentre outras soluções digitais. “Lançamos a solução mais ampla dentre todas as soluções digitais disponibilizadas por bancos e fintechs. Reunimos em uma plataforma única o que há de mais avançado no mercado, permitindo com que os emissores de todos os portes, alinhados com suas próprias estratégias de atuação, disponibilizem quais soluções desejam ofertar para o consumidor”, afirma Ricardo Leite.

As divisões MarketSytem e ITS, que têm seus resultados contabilizados dentro da unidade CSU CardSystem, seguem evoluindo. Na MarketSystem, provedora de soluções de marketing de relacionamento, programas de fidelidade e e-commerce, novos parceiros comerciais, como Ricardo Eletro, Lovit e Pop Up Store, chegaram para ampliar a oferta de produtos na plataforma OPTe+. O volume financeiro transacional cresceu 32,9% em doze meses, totalizando R$ 44,4 milhões no 2T17. Já a divisão ITS passou a contar com dois novos clientes para a prestação de serviços de cloud computing.

Na prestação de serviços de atendimento ao cliente, por meio da CSU.Contact, a companhia conquistou três novos contratos: Atlas Schindler, EF English Live e Hyundai. Mesmo com a ampliação da carteira, a unidade apresentou redução de 4,3% no número de posições de atendimento (PA’s) frente ao trimestre anterior, encerrando o período com 2.109 PA’s. A queda é explicada pela sazonalidade de algumas operações, além da diminuição do número de ligações devido à retração macroeconômica dos últimos meses.

Investimentos
Para garantir o desenvolvimento de suas operações, a CSU realizou, no segundo trimestre, investimentos de R$ 10,1 milhões, volume 3,2% maior que nos três meses anteriores. O valor acumulado no semestre chegou a R$ 19,9 milhões, destinados, principalmente à customização e desenvolvimento de softwares para o processamento de cartões, atualização do mainframe, implantação de novos clientes e manutenção de infraestrutura.

Mercado de capitais
As ações da CSU (CARD3) são listadas no Novo Mercado da B3 desde 2006. Em junho, fecharam cotadas à R$ 8,98 por ação, o que significa um retorno de 100,0% em doze meses (variação ajustada por proventos). Para comparação, o Ibovespa e o índice Small Cap tiveram alta de 22,1% e 33,5% no mesmo período, respectivamente.

(Redação - Agência IN)