Confiança da Indústria cresce em novembro

Destaque Confiança da Indústria cresce em novembro (Foto: Divulgação) Confiança da Indústria cresce em novembro

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 2,9 pontos em novembro de 2017, para 98,3 pontos, o maior desde janeiro de 2014 (100,1 pontos). Após cinco altas consecutivas, o ICI acumula alta de 8,8 pontos no segundo semestre.

“A retomada da confiança industrial vem ganhando consistência nos últimos meses. A produção do setor vem crescendo e os estoques se ajustaram, um cenário virtuoso que se reflete nas decisões estratégicas de

contratação de pessoal”, afirma Tabi Thuler Santos, coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV IBRE.
A alta da confiança industrial alcançou 13 dos 19 segmentos industriais em novembro de 2017. O Índice de Expectativas (IE) subiu 4,2 pontos, para 99,4 pontos, acumulando alta de 7,3 pontos no segundo semestre.

O Índice da Situação Atual (ISA) subiu 1,7 ponto, para 97,2 pontos, com alta de 10,2 pontos no mesmo período. 

A melhora na percepção sobre os estoques foi o principal fator a contribuir para a alta do ISA no mês. Entre outubro e novembro, a parcela de empresas que avaliam o nível dos estoques como excessivo caiu de 11,3% para 8,7% do total – a menor desde maio de 2013 (8,1%). Já a parcela das que o consideram insuficiente permaneceu relativamente estável, ao passar de 4,1% para 4,0% do total.

A principal contribuição para a alta do IE em novembro veio do indicador de expectativas com a evolução do total de pessoal ocupado nos três meses seguintes. O indicador subiu 6,6 pontos, para 99,3 pontos – o maior desde dezembro de 2013 (99,8). Houve aumento da proporção de empresas prevendo aumento do quadro de pessoal, de 15,3% para 19,7% do total, e diminuição da proporção das que esperam redução do total de pessoal ocupado, de 15,7% para 12,3% do total.

Após subir 0,4 ponto percentual (p.p.) no mês anterior, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) recuou 0,1 p.p. entre outubro e novembro, para 74,2%.

(Redação – Investimentos e Notícias)