CESP registra receita líquida de R$ 461 milhões

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CESP registra receita líquida de R$ 461 milhões Foto: Divulgação

A Companhia Energética de São Paulo anunciou seus resultados no primeiro trimestre de 2020 (1T20). A empresa atingiu R﹩ 461 milhões no 1T20, dos quais R﹩ 61 milhões são provenientes das operações da CESP Comercializadora, o que significa um crescimento de 30% na receita operacional líquida em relação ao mesmo período de 2019.

 

O EBITDA ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R﹩336 milhões no 1T20, com margem de 73% e um incremento de R﹩294 milhões comparado ao primeiro trimestre do ano passado. O aumento no EBITDA ajustado é explicado, principalmente, pela redução de 63% no custo com energia comprada e cerca de 50% nos demais custos e despesas e pelo início da atuação no mercado de trading de energia.

A produção média de energia elétrica nas usinas operadas pela CESP no 1T20 atingiu 1.105 MW, 3% superior ao 1T19 quando foram alcançados 1.077 MW. O aumento da produção ocorreu devido a fatores sistêmicos ligados à política de despacho praticada para o Sistema Interligado Nacional.

A forte geração de caixa foi, novamente, um dos destaques do trimestre. Durante o período, a CESP teve R﹩242 milhões de geração de fluxo de caixa operacional e R﹩209 milhões de geração de fluxo de caixa livre. A forte capacidade de geração de caixa coloca a empresa em uma posição confortável do ponto de vista de liquidez, com um caixa de R﹩950 milhões ao final do primeiro trimestre e sem obrigações financeiras relevantes com vencimentos nos próximos dois anos. Apesar dos impactos causados pela pandemia, os contratos de venda de energia foram (e estão sendo) cumpridos pelos clientes da empresa.

No 1T20 as usinas operadas pela CESP atingiram o índice de disponibilidade médio de 94,1%, apresentando aumento em relação ao 1T19 (93,8%).

Diante da pandemia mundial declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), relacionada ao novo Coronavírus (COVID-19) a CESP tomou medidas preventivas e de mitigação dos riscos em linha com as diretrizes estabelecidas pelas autoridades de saúde nacionais e internacionais, visando minimizar ao máximo eventuais impactos no que se refere à saúde e segurança dos empregados, familiares, parceiros e comunidades, e à continuidade das operações e dos negócios.

A empresa monitora a evolução do cenário relacionado à pandemia e adotou protocolos de contingência de forma a manter integralmente as operações de suas três usinas hidroelétricas, para garantir a saúde de seus profissionais.

(Redação - Investimentos e Notícias)