Banco PAN cresce 80% em resultado operacional em 2018

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PAN cresce 80% em resultado operacional em 2018 Foto: Divulgação PAN cresce 80% em resultado operacional em 2018

O Banco PAN registrou lucro antes de impostos de R$ 457 milhões em 2018, ante R$ 253 milhões no ano anterior, o melhor resultado já conquistado na história da instituição. Com isso, o retorno ajustado sobre patrimônio líquido (não auditado) foi de 15,5% em 2018, frente aos 14,9% de 2017.

'Fizemos uma revolução silenciosa no PAN nos últimos anos: reestruturamos nossos serviços e processos internos, contratamos profissionais de destaque em suas áreas de atuação e investimos de forma relevante em tecnologia. Ao longo de 2019, ampliaremos ainda mais nosso portfólio, nos tornando um banco digital completo com conta corrente sem tarifa, cartão de crédito sem anuidade e diversos outros produtos de crédito e serviços para as classes C, D e E. Nosso propósito é mudar a visão do nosso público-alvo sobre o acesso ao crédito e aos serviços bancários e o banco digital vem ao encontro desta necessidade', afirma Luiz Francisco Monteiro, CEO do Banco PAN.

Atualmente, o PAN tem uma carteira de crédito de R$ 20,6 bilhões, gerindo 4,3 milhões de clientes ativos e um fluxo de cerca de 80 mil novos clientes por mês. Para alcançar resultados tão significativos e estruturar a fundação de uma movimentação tão audaciosa, o Banco investiu em inovação e na simplificação de seus processos, avançando na estratégia de originação de crédito omnichannel e sem limitações físicas, através de plataformas digitais e sem uso de papel.

O resultado dessa transformação já vem sendo observado: (i) a originação própria de crédito consignado via canais digitais subiu de 2,37% em junho de 2018 para 15,4% em dezembro do mesmo ano, (ii) no financiamento de veículos, a expectativa é de que os investimentos em tecnologia permitam dobrar a produtividade da área comercial até junho de 2019 em relação a junho de 2018, já tendo avançado cerca de 40% nos últimos 6 meses. (iii) A recuperação de créditos em atraso via plataformas digitais foi de R$ 575 milhões em 2018, contra R$ 409 milhões em 2017.

'A tecnologia, aliada à nossa expertise em crédito, permite escalabilidade e a captura de ganhos de eficiência nos diversos canais. A nossa expectativa é avançar ainda mais, alcançando em dezembro de 2019, uma originação 100% digital em crédito consignado nas nossas lojas próprias e em financiamento de veículos. Além disso, esperamos atingir 30% de originação digital através dos nossos parceiros em crédito consignado', afirma Luiz Francisco.

(Redação - Investimentos e Notícias)