Atividade econômica abre o último trimestre com recuo de 0,1%

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Atividade econômica abre o último trimestre com recuo de 0,1% (Foto: Divulgação) Atividade econômica abre o último trimestre com recuo de 0,1%

Após três trimestres consecutivos de avanços, a atividade econômica brasileira abriu o último trimestre do ano em queda. Segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade Econômica (PIB Mensal), houve recuo de 0,1% no ritmo dos negócios em outubro/17 na comparação com setembro/17, já efetuados os devidos ajustes sazonais. Por outro lado, na comparação com o mesmo mês do ano passado, o crescimento em outubro/17 foi de 2,3%. Com este resultado, a atividade econômica acumulou crescimento de 0,8% entre janeiro/17 e outubro/17 na comparação com o mesmo período de 2016.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, apesar da economia brasileira não estar mais em recessão, isto não evita que o atual quadro de crescimento econômico ainda contido apresente alguns meses pontuais de retração, a exemplo do que ocorreu em outubro/17.

Pelo lado da oferta agregada, o setor agropecuário recuou 2,8% em outubro/17 ao passo que a indústria caiu 0,7% nesta mesma comparação. Apenas o setor de serviços registrou avanço (0,2%) em outubro/17. Todas as variações acima descritas já estão livres dos fatores sazonais.

Pelo lado da demanda agregada, tosos os componentes recuaram em outubro/17. O consumo das famílias se retraiu 1,1%, o consumo do governo recuou 0,4%. Os investimentos se retraíram de 1,8% e as exportações de 3,6%. Por fim as importações caíram 6,7% em outubro/17.

No acumulado do ano até outubro, a atividade agropecuária acumula taxa de crescimento bastante expressiva: 13,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Já a indústria apresenta queda de 0,5% e o setor de serviços registra expansão nula no acumulado dos dez primeiros meses de 2017.

Ainda em relação ao acumulado dos primeiros dez meses de 2017 o consumo das famílias cresceu 0,5%, as exportações avançaram 5,5% e as importações subiram 4,4%. Por outro lado o consumo do governo recuou 0,7% e os investimentos se retraíram 3,1%.

(Redação – Investimentos e Notícias)