Ânima Educação cresce no primeiro semestre

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Ânima Educação cresce no primeiro semestre (Foto: Pexels) Ânima Educação cresce no primeiro semestre

Um conjunto de decisões corretas, aliado à eficiência das metodologias, ferramentas e tecnologias desenvolvidas nos últimos anos permitiu à Ânima Educação entregar, nesse primeiro semestre de 2020, um crescimento de 22,5% na receita líquida, que atingiu R$695 milhões, e de 36% no EBITDA Ajustado, para R$210 milhões, quando comparados com o mesmo período do ano anterior, atingindo uma margem EBITDA de 30%. Os principais vetores dessa evolução foram o crescimento da base de alunos, a evolução do ticket, as sinergias obtidas com as recentes aquisições, a maturação das unidades novas e os ganhos de eficiência operacionais.

“Entendemos muito cedo que o caminho a ser implementado para transformar o país pela educação passava por um modelo híbrido, omnichannel, que integrasse as ferramentas digitais ao ensino presencial, e focado no desenvolvimento de competências. O que buscamos é integrar a tecnologia na presencialidade de forma fluida e natural, porque o mundo é dinâmico e interconectado. Implementamos em 2017 o Ecossistema Ânima de Aprendizagem (E2A), nosso modelo acadêmico híbrido, por competências, flexível e colaborativo, para oferecer educação de qualidade, alinhado à demanda dos estudantes e das organizações, e que permitiu que os nossos quase 140 mil alunos[1], vivendo em oito Estados brasileiros, experimentassem a plena continuidade de seus estudos no ambiente de pandemia”, destaca Marcelo Battistella Bueno, Presidente da Ânima Educação.

Ao final do semestre, a base consolidada do ensino superior totalizava 119 mil alunos, aumento de 12% em relação ao ano anterior, já incluindo as aquisições no período, com taxa de evasão de 6,5% da base de alunos de graduação, praticamente estável quando comparado ao mesmo período em 2019.

A operação também apresentou sólidos índices de geração de caixa. No primeiro semestre, a geração de caixa antes de investimentos foi de R$126 milhões, representando 60% do EBITDA Ajustado. Esse indicador permite seguir e intensificar o forte investimento em novas tecnologias, no aprimoramento dos processos de aprendizagem e nas unidades abertas recentemente.

O ticket médio foi de R$948/mês, representando expansão de 14,5% em comparação com o primeiro semestre de 2019, influenciado por ações internas de retenção, evoluções nos processos de precificação e um melhor mix de cursos. A recomposição do ticket também tem sido influenciada por outra decisão acertada: a aquisição, nos últimos 12 meses, de três instituições de ensino fortemente concentradas no segmento de Medicina e saúde – UniFG, FASEH e UniAGES. Com isso, a Ânima se consolida entre as maiores companhias privadas de ensino médico no país, com nove escolas de medicina e um total de 873 vagas.

Outra forma de avaliar os resultados da Instituição é olhar para os blocos de unidades de acordo com seu momento de maturidade. A eficiência do modelo operacional pode ser sentida principalmente no resultado do segmento Base, que reportou resultado operacional de R$173 milhões no semestre, com margem de 44%, crescimento de 1,9 pontos percentuais comparado ao mesmo período de 2019.

No segmento Aquisições, todas as instituições adquiridas nos últimos 12 meses chegaram com um ticket médio mais alto, e contribuíram com mais de 14 mil novos alunos, dos quais cerca de 11.300 somente no primeiro semestre desse ano. O resultado operacional desse bloco foi de R$61 milhões no primeiro semestre de 2020, com margem de 36%, crescimento de 5,1 pontos percentuais se comparado a 2019.

Já no bloco da Expansão Orgânica a Instituição já colhe os frutos da sua estratégia, considerando que o tempo de amadurecimento de uma unidade acadêmica é de aproximadamente cinco anos e que as unidades desse bloco têm, em média, dois anos e meio desde sua abertura. O resultado operacional dessas unidades foi de R$44 milhões, com margem de 39%, crescimento de 17,6 pontos percentuais comparado ao mesmo período de 2019.

A Ânima reporta que no primeiro semestre de 2020 a Provisão para Devedores Duvidosos atingiu 5,8% da Receita Líquida, aumento de 2,8 pontos percentuais em relação ao mesmo período de 2019, como resultado direto da pandemia. Sensíveis ao momento que tem desafiado os estudantes, a Instituição oferece diversas opções para apoio financeiro, sendo eles: seguro educacional, novas modalidades de financiamentos do Pravaler e o Decola, sistema próprio de negociação da companhia. Juntas, essas três opções auxiliam os alunos a seguirem com seus sonhos de evolução pessoal e profissional, e têm fornecido sinais positivos de rematrícula. Entretanto, a inadimplência segue sendo motivo de atenção e cuidado, exigindo a continuidade e intensificação das iniciativas em curso.

“Continuamos atentos aos desafios que temos diante de nós. Sabemos que o momento exige cautela para lidar com as incertezas que persistem no curto prazo. Mas os desafios nos movem, motivam, provocam nossa criatividade e nos exigem a busca persistente das mais avançadas e inovadoras ferramentas que garantirão que nossos alunos e alunas estejam sempre um passo à frente”, finaliza Marcelo.

(Redação - Investimentos e Notícias)