Fundo de investimento da TG Core atinge alto patamar na B3

Um dos principais desafios dos gestores que trabalham com fundos de investimento imobiliário é ter seus produtos reconhecidos no mercado financeiro, principalmente os listados na Bolsa de Valores. Quando eles alcançam uma posição no IFIX - Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários da B3 - isso os coloca em posição de maior visibilidade e prestígio. "É uma chancela interessante", diz Bruno Nunes, gestor da TG Core, gestora de investimentos especializada em investimentos no mercado imobiliário.

Indústria brasileira de fundos tem captação líquida de R$ 8,5 bi

A indústria brasileira de fundos de investimento teve captação líquida de R$ 8,5 bilhões entre os dias 1º e 12 de julho, de acordo com as estatísticas da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). No ano, até 12 de julho, a indústria de fundos acumula captação líquida de R$ 142,6 bilhões.

(Redação - Investimentos e Notícias)

Fundos de ações que investem no exterior rendem mais que aplicações nacionais

Mesmo com o recente recorde do Ibovespa, que fechou acima dos 100 mil pontos pela primeira vez na história, o desempenho da Bovespa tem estado muito aquém de outras bolsas de valores pelo mundo, como as americanas, europeias e asiáticas. Com isso, fundos de ações que atuam somente no Brasil ficaram muito atrás de fundos de ações sediados no país, mas que aplicam nas bolsas internacionais.

Com MP 881, indústria de fundos de investimento pode ter marco regulatório

O relatório da Medida Provisória 881, a MP da Liberdade Econômica, incorpora propostas que atendem a pleitos antigos do setor financeiro e que vão contribuir para o desenvolvimento do mercado de capitais brasileiro. Para a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o texto em leitura hoje na comissão mista que examina a MP é fundamental ao criar um marco regulatório para os fundos de investimento e por aprimorar a chamada lei das S.A. (lei 6404/76).

 

Fundos de investimento têm recorde e captação líquida de R$ 130,8 bi no 1S

Após bater o recorde de R$ 5 trilhões sob gestão em junho, a indústria brasileira de fundos de investimento encerrou o primeiro semestre do ano com captação líquida de R$ 130,8 bilhões. De acordo com a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o resultado representa avanço de 186,5% em relação ao mesmo intervalo de 2018, quando os ingressos líquidos chegaram a R$ 45,6 bilhões.

Indústria de fundos tem resgates líquidos de R$ 23,7 bi na 1ª semana de junho

A indústria brasileira de fundos de investimento teve resgates líquidos de R$ 23,7 bilhões entre os dias 1º e 7 de junho, de acordo com as estatísticas da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). No ano, até 7 de junho, a indústria de fundos acumula captação líquida de R$ 65,8 bilhões.

(Redação - Investimentos e Notícias)

Fundos de investimento apresentam captação líquida de R$ 44,9 bilhões em maio

Após registrarem resgates líquidos de R$ 15,3 bilhões em abril, os fundos de investimento apresentaram captação líquida positiva de R$ 44,9 bilhões em maio. De acordo com dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), a indústria de fundos já acumula ingressos líquidos de R$ 86,5 bilhões neste ano, com avanço de 29,4% em relação aos primeiros cinco meses de 2018.

Fundos de investimento acumulam captação líquida de R$ 31,8 bi até abril

Os fundos de investimento acumulam captação líquida de R$ 31,8 bilhões entre janeiro e abril deste ano, pouco menos da metade do total atingido no mesmo período de 2018 (quando chegou a R$ 64,9 bilhões). Segundo o boletim da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o mês de abril foi marcado por resgates líquidos de R$ 20,1 bilhões, contra captação positiva de R$ 6,5 bilhões em abril do ano passado. Mesmo com as quedas, o patrimônio líquido total da indústria de fundos segue em alta, chegando a R$ 4,8 trilhões.

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