Queda da Selic deve impulsionar aplicação em renda variável

Com a redução da taxa básica de juros para 6,75% ao ano, o coordenador do MBA em Gestão Financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ricardo Teixeira, sugere investimentos em renda variável. Segundo ele, investidores mais propensos ao risco devem aplicar no mercado de ações.

 

Queda do dólar favorece aplicação em imóveis de rendimento no exterior

Em um ano (jan. 2016/jan. 2017), o dólar teve uma queda de 22%, saindo da casa dos R$4,00 e chegando a R$3,12. Essa retração da moeda norte-americana atrai o investidor brasileiro que busca diversificar as suas aplicações e opta pelos imóveis para rendimento no exterior, que geralmente têm valores mais baixos do que os de luxo e para uso próprio.

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Com aplicação inicial de R$ 1 mil, fundos da Órama renderam mais de 40% nos últimos 24 meses

Cinco fundos de investimento da Órama, com aplicação mínima de R$ 1 mil, tiveram alta performance, com rendimentos de 31,8% a 40,5% nos últimos 24 meses. Destinados a diferentes perfis de cliente - conservador, moderado ou agressivo - os fundos conquistaram excelente resultado em período de crise econômica e alta volatilidade no mercado financeiro devido à gestão ativa e cautelosa dos especialistas da Órama.

Substituir financiamento por aplicação pode gerar economia de até dois carros, aponta FecomercioSP

A ansiedade de comprar o primeiro carro pode levar os consumidores a fazer escolhas sem pensar no longo prazo. Segundo simulação realizada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), se uma pessoa que almeja comprar um veículo de R$ 60 mil optar por um financiamento de R$ 48 mil em 60 meses (5 anos), com entrada de R$ 12 mil e parcelas iguais de R$ 1.219, com taxa de juro real de 1,5% (supondo que a inflação seja zero para que tudo seja comparável ao longo dos anos), no final teria gasto R$ 85.133. Além do valor necessário para adquirir o veículo desejado, o consumidor perderia uma quantia de R$ 37.133, que daria para adquirir mais um carro usado - que custa em média 30% a menos que um veículo novo depois de cinco anos.

42,2% dos consumidores possuem algum tipo de aplicação

A Pesquisa de Risco e Intenção de Endividamento (PRIE) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) revela que os consumidores paulistanos estão poupando mais em vez de contrair novos financiamentos. Do total de entrevistados em outubro, 42,2% possuem algum tipo de aplicação - alta de 0,8 ponto porcentual. Além disso, dos consumidores endividados, 35,2% possuem aplicação, aumento de 2,9 pontos porcentuais em comparação a setembro (32,3%) deste ano.

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