Ações e multimercados respondem por 84% da captação de fundos

A indústria brasileira de fundos de investimento registrou captação líquida de R$ 49,9 bilhões no primeiro trimestre. O montante é maior do que a média da captação do mesmo período nos últimos quatro anos, segundo dados divulgados pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O resultado foi impulsionado pelos fundos de ações e multimercados, que juntos captaram R$ 42,1 bilhões, ou seja, 84% do total. No primeiro trimestre de 2017, esses fundos representaram 20% da captação da indústria, enquanto os fundos de renda fixa totalizaram 67%.

ANBIMA projeta Selic em 6,5% até o fim deste ano

O Comitê de Acompanhamento Macroeconômico da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) projeta corte de 0,25 ponto percentual na Selic para a reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) que termina amanhã, dia 21. Com a redução de 6,75% para 6,5%, o grupo espera que a taxa de juros permaneça nesse patamar até o fim de 2018.

 

Emissões de empresas brasileiras no mercado de capitais avançam em 2017

As emissões das empresas brasileiras no mercado de capitais atingiram R$ 198,9 bilhões em 2017, com alta de 59% na comparação a 2016, de acordo com o boletim divulgado pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O número de operações realizadas no período avançou 12%, totalizando 729 ofertas no ano passado contra 649 no período anterior.

Patrimônio líquido da indústria de fundos ultrapassa R$ 4 trilhões

O patrimônio líquido da indústria de fundos alcançou nesta segunda-feira (18) o valor recorde de R$ 4 trilhões, segundo acompanhamento diário feito pela ANBIMA (Associação Brasileira de Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). A marca histórica é resultado da captação líquida de R$ 218,7 bilhões entre janeiro e setembro deste ano, montante 118% superior ao registrado no mesmo período de 2016.

ANBIMA revisa projeção do IPCA de agosto para 0,53%

O Comitê de Acompanhamento Macroeconômico da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) revisou para cima a projeção do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) para agosto, que passou de 0,25% para 0,53%. Para setembro, a projeção foi de 0,35%.

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