Governo reduz restos a pagar em R$ 41,7 bilhões em 2015

O governo federal consegui reduzir a conta de restos a pagar no encerramento de 2015 em R$ 41,7 bilhões. Os restos a pagar são despesas empenhadas, mas não pagas até o dia 31 de dezembro. De acordo com o Tesouro Nacional, no encerramento do exercício, o estoque ficou em R$ 186,3 bilhões de restos a pagar (RAP), o que representa uma redução 18,3% em relação ao observado ao final de 2014 (R$ 228 bilhões).

Lucro do Banco Central não pagou passivos fiscais, diz secretário do Tesouro

Os ganhos do Banco Central não financiaram a quitação de passivos do governo com bancos públicos e o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), disse hoje (25) o secretário interino do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira. Ele esclareceu que os recursos foram destinados exclusivamente à recomposição do colchão da dívida – reserva para evitar que o Tesouro dê calote na dívida pública em momentos de volatilidade.

União precisa de superávit em dezembro para cumprir meta fiscal

O governo espera um superávit primário em dezembro para conseguir atingir a meta fiscal de 2015, que é deficitária em R$ 51,8 bilhões, afirmou hoje (28) o secretário interino do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira. Atualmente, o resultado acumulado de janeiro a novembro, deficitário em R$ 54,3 bilhões, supera o saldo negativo autorizado pelo Congresso Nacional para o Governo Central.

Contas do RS voltam a ser bloqueadas pelo Tesouro

O governo do Rio Grande do Sul confirmou hoje (1°) que voltou a ter suas contas bloqueadas em função de atraso no pagamento de parcela da dívida com a União. De acordo com nota divulgada pela Secretaria de Fazenda do estado, venceu ontem (31) a parcela da dívida relativa a agosto, no valor de R$ 265,4 milhões. Como a prestação não foi paga, a Secretaria do Tesouro Nacional enviou esta manhã comunicado sobre o bloqueio ao Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul). As contas do estado já haviam sido bloqueadas em julho. Elas permanecem inacessíveis até o pagamento da parcela.

Tesouro eleva limites de endividamento para atender maior demanda

A Secretaria do Tesouro Nacional revisou os limites da dívida pública federal de 2015, definidos no plano anual de financiamentos (PAC), passando a considerar o nível mínimo de R$ 2,65 trilhões e o nível máximo de R$ 2,8 trilhões, informou o coordenador de Operações da Dívida Pública, da Secretaria do Tesouro Nacional, José Franco,

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