Ata do Copom mostra recuperação da economia brasileira

A Ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), divulgada nesta terça-feira, 07, mostra que os membros do Comitê concordaram que os indicadores recentes da atividade econômica refletem os efeitos da paralisação no setor de transporte de cargas, mas há evidências de recuperação subsequente. E que cenário básico contempla continuidade do processo de recuperação da economia brasileira, em ritmo mais gradual do que aquele esperado antes da paralisação.

Juros elevados são um dos nós górdios da economia, diz Abit

Fernando Valente Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), salienta que os juros reais brasileiros ainda estão muito altos, se comparados à média internacional, afetando a competitividade do País. Ele cita o ranking do site MoneYou e da Infinity Asset Management, no qual a taxa básica do País é a sétima maior do mundo apesar de estar no nível mais baixo já visto na nossa história recente.

BC indica que selic não deve cair mais neste governo, avalia FecomercioSP

O Banco Central (BC) manteve, mais uma vez, a Selic em 6,5% ao ano (a.a), confirmando que um novo ciclo de queda não deve ocorrer no curto prazo, conforme já projetado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). As expectativas para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2018 subiram de 3% para 4%, devido à paralisação dos caminhoneiros, que fez com que os preços dos alimentos disparassem em junho.


ACSP aponta como acertada decisão do Copom

Para a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a decisão de hoje do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de manter a taxa básica de juros (Selic) em 6,5% foi acertada. O superintendente institucional da entidade, Marcel Solimeo, aponta três razões econômicas para a manutenção da taxa:

BCE decide por manter as taxas de juros em 0.00%

Na reunião de hoje, 26, o Conselho do BCE decidiu que a taxa de juros aplicável às operações principais de refinanciamento e as taxas de juros aplicáveis à facilidade permanente de cedência de liquidez e à facilidade permanente de depósito permanecerão inalteradas em 0.00%, 0.25% e -0.40%, respetivamente.

Empresas e famílias pagaram R$ 475,6 bilhões de juros em 2017

Após a maior recessão econômica da história do Brasil, as taxas de juros no País seguem em níveis elevados. Em 2017, as empresas e famílias brasileiras pagaram, juntas, R$ 475,6 bilhões em juros, alta real de 11,8% em relação ao ano anterior. O valor corresponde a 7,3% do produto interno bruto (PIB) de 2017. Os dados foram obtidos com base no estudo sobre os impactos recentes do crédito sobre as empresas e famílias no Brasil realizado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Juros do cheque especial e do cartão de crédito caem em maio

A taxa de juros do cheque especial caiu em maio, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (27). A taxa chegou a 311,9% ao ano, com redução de 9,1 pontos percentuais em relação a abril. A taxa do rotativo do cartão de crédito também caiu, ao chegar a 243% ao ano em maio, com recuo de 5,1 pontos percentuais em relação a abril. Essa é a taxa para quem paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia.

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