Norma da CVM altera atividade de Analista de Valores Mobiliários

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) editou nova norma que regula a atividade de analista de valores mobiliários. As principais alterações da Instrução CVM nº 598/2018, que revoga a de número 483/2010, foram a exigência de credenciamento destes profissionais constituídos sob a forma de pessoas jurídicas e diretrizes para a comunicação e a publicidade, de modo a evitar abusos, como as promessas de rentabilidade ao consumidor. 

Taxas de juros caem pela 2ª consecutiva, mostra ANEFAC

As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser reduzidas em abril de 2018, sendo esta a segunda redução consecutiva. As taxas de juros vinham em um longo período de reduções quando em fevereiro de 2018 voltaram a ser elevadas interrompendo este longo ciclo de reduções. Para Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor executivos de estudos e pesquisas da ANEFAC, esta queda pode ser atribuída a redução da taxa básica de juros (Selic) promovida pelo Banco Central em sua última reunião do COPOM.

Educação financeira do brasileiro fica estável em dois anos

A crise no cenário econômico e político, que perdurou nos últimos três anos no país, não teve impacto na nota de educação financeira dos brasileiros em 2017. Segundo a 4ª edição do Indicador de Educação Financeira (INDEF) da Serasa Experian, na escala de 0 a 10, a nota média da população ficou em 6,2, a mesma identificada no índice anterior - realizado em 2015. Para chegar no resultado final, o único indicador do país a ter uma metodologia para conhecer e acompanhar a educação financeira, considera os três subíndices: Conhecimento, Atitude e Comportamento.

Poupar é hábito pouco frequente mesmo entre os brasileiros de maior renda, revela indicador do SPC Brasil e CNDL

Guardar dinheiro todos os meses não é um hábito que faz parte da disciplina do consumidor brasileiro. Nem mesmo entre aqueles que possuem renda maior. Dados do Indicador Mensal de Reserva Financeira apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revelam que em cada dez brasileiros com renda superior a cinco salários mínimos (R$ 4.690), apenas três (30%) conseguiram encerrar o último mês de novembro com sobras de dinheiro. No total, 66% das pessoas que fazem parte das classes A e B não foram capazes de guardar nenhuma parte de seus rendimentos. Quatro por cento não sabem ou não responderam.

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