Vendas no varejo ficam estáveis em fevereiro

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Vendas no varejo ficam estáveis em fevereiro (Foto: Pexels) Vendas no varejo ficam estáveis em fevereiro

Em fevereiro de 2019, o volume de vendas do comércio varejista nacional ficou estável (0,0%) frente a janeiro, na série com ajuste sazonal, após avanço de 0,4% em janeiro, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A média móvel trimestral, após subir 0,5% em janeiro, recuou 0,6% em fevereiro.

A estabilidade (0,0%) no volume de vendas do comércio varejista entre janeiro e fevereiro de 2019, na série com ajuste sazonal, foi resultado do equilíbrio entre pressões positivas e negativas, com quatro atividades em cada lado. Entre os setores em alta, o destaque foi para Tecidos, vestuário e calçados (4,4%), seguido por Outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,0%), Livros, jornais, revistas e papelaria (0,2%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%).

Já as pressões negativas vieram de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,7%) e Combustíveis e lubrificantes (-0,9%), Móveis e eletrodomésticos (-0,3%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-3,0%).
No comércio varejista ampliado, em fevereiro, o volume de vendas recuou 0,8%, frente a janeiro de 2019, na série com ajuste sazonal. Nessa mesma comparação, houve quedas nos setores de Veículos, motos, partes e peças (-0,3%) e Material de construção (-0,9%), após as altas de, respectivamente, 5,8% e 0,2% no mês anterior.

Vendas do comércio caem em 15 das 27 Unidades da Federação

De janeiro para fevereiro de 2019, na série com ajuste sazonal, as vendas do comércio varejista mostraram estabilidade (0,0%) com predomínio de resultados negativos em 15 das 27 Unidades da Federação. Os destaques foram Paraná (-1,5%), Distrito Federal (-1,1%) e Piaui (-1,1%). As pressões negativas vieram de 12 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Tocantins (8,9%), Espírito Santo (5,0%) e Sergipe (2,6%).

Na mesma comparação, o comércio varejista ampliado recuou 0,8%. Houve quedas em 14 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Acre (-2,2%), Distrito Federal (-1,7%) e Minas Gerais (-1,3%). Já as pressões positivas vieram de 13 das 27 Unidades da Federação, com destaque para: Tocantins (4,8%), Amapá (4,2%) e Bahia (1,2%).

(Redação – Investimentos e Notícias)