Investimentos dos brasileiros chegam a R$ 2,98 tri no 1º trimestre

Os investimentos dos brasileiros em produtos financeiros alcançaram R$ 2,98 trilhões no primeiro trimestre de 2019. De acordo com os dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o volume cresceu 2,4% em relação ao fim de 2018 e 8,7% na comparação a março do mesmo ano. O total representa as aplicações de mais de 74 milhões de contas dos segmentos de varejo e de private banking das instituições do país.

Varejo de SP cai 4,4% em março e cresce 1,1% no trimestre, aponta ACSP

O movimento de vendas do varejo paulistano caiu em média 4,4% em março sobre o mesmo mês do ano passado, segundo o Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Tanto o sistema a prazo (-5,8%) quanto à vista (-2,9%) declinaram. De acordo com o economista da entidade, Marcel Solimeo, dois efeitos-calendários contribuíram para o resultado negativo: o dia útil a menos em março de 2019 e a data móvel do Carnaval (que em 2018 caiu em fevereiro e, neste ano, em março). 'O Carnaval é uma data comercial fraca para o varejo como um todo'.

Meliá fecha 1T16 com lucro líquido de € 22,3 milhões

A Meliá Hotels International anunciou o balanço financeiro dos primeiros três meses de 2016 alcançando lucro líquido de € 22,3 milhões, 38% a mais que no mesmo período de 2015. As receitas totais aumentaram 8%, chegando a € 398,9 milhões, e a melhora do EBITDA (lucros antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) foi de 5%. O RevPAR global (receita por quarto disponível) teve alta de 10,7%, principalmente devido aos resultados dos hotéis localizados na Espanha, cuja melhora do RevPAR foi de 21%, e dos resorts no Mediterrâneo, com crescimento de 46%. Outro aspecto positivo foi o aumento de 40% das vendas através do melia.com no período.

Receita de subscrição da TOTVS registra aumento de 16,3% no 1T16

A TOTVS S.A (BMF&FBOVESPA: TOTS3), líder no desenvolvimento de soluções de negócio no Brasil e América Latina, anuncia hoje os resultados do primeiro trimestre de 2016 (1T16). A companhia, mais uma vez, registra crescimento da receita proveniente do modelo de subscrição. No 1T16, o aumento foi de 16,3% em relação ao mesmo período de 2015, somando R$ 52,1 milhões. No acumulado dos 12 meses, o total foi R$ 196,1 milhões, valor 17,2% acima do registrado em 12M-1T15.

LG registra lucro operacional de US$ 420 mi no 1T16

A LG Electronics Inc. (LG) anunciou hoje que o lucro operacional da empresa no primeiro trimestre de 2016 foi de KRW 505,2 bilhões (US$ 420,25 milhões), resultado 65,5% superior ao do mesmo período em 2015, sobre um total de vendas de KRW 13,36 trilhões (US$ 11,12 bilhões).

Paranapanema registra 9% de aumento de receita líquida no 1T16

A Paranapanema, maior produtora brasileira de cobre, encerrou o primeiro trimestre de 2016 (1T16) com resultados estáveis e eficiência equiparada aos melhores transformadores globais de cobre. No período, a empresa registrou forte geração de caixa de R$ 377 milhões, vendeu 69,2 mil toneladas de produtos e auferiu receita líquida de R$ 1,3 bilhão, 9% superior na comparação com o primeiro trimestre de 2015 (1T15). Com o enfraquecimento do mercado interno, a Paranapanema manteve seu foco comercial nas exportações, principalmente para China e América Latina, e atingiu 72% de vendas para o mercado externo, ante 58% registrado em todo o ano de 2015.

Raia Drogasil encerra o 1T16 com 7,3% de margem EBITDA

A Raia Drogasil S.A. (BM&FBovespa: RADL3) finalizou o primeiro trimestre de 2016 com receita bruta de R$ 2,6 bilhões, um crescimento de 26,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. A Raia Drogasil cresceu 25,3%, enquanto a 4Bio, a segunda maior varejista de medicamentos especiais do Brasil, cresceu 85,7% no trimestre.

Grendene registra lucro líquido de R$ 143,6 milhões no primeiro trimestre de 2016

A Grendene – uma das maiores fabricantes mundiais de calçados – anuncia crescimento de 4,2% no lucro líquido, o que corresponde a R$ 143,6 milhões registrados nos três primeiros meses do ano. Já a receita líquida teve queda de 10,5%, R$ 475,8 milhões ante a R$ 531,7 milhões do mesmo período do ano anterior, e o lucro operacional (Ebit) recuou 26,4% - passando de R$ 111,9 milhões para R$ 82,3 milhões. As margens apresentaram variações positivas e negativas: Líquida cresceu 4,3 p.p e Ebit e Ebitda caíram 3,7 p.p e 3,3 p.p, respectivamente. Já a margem Bruta não variou.

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