IAEmp marca 101,1 pontos em maio

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas recuou 2,5 pontos entre abril e maio, para 101,1 pontos. A queda de maio é a terceira consecutiva do indicador, o que não ocorria desde o início de 2015. Pela métrica de médias móveis trimestrais, o indicador também apresenta tendência declinante, ao recuar 2,9 pontos em relação ao mês anterior. 

IAEmp recuou 4,1 pontos em abril

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), da Fundação Getulio Vargas, recuou 4,1 pontos, entre março e abril, para 103,6 pontos. Após a segunda queda consecutiva do indicador, o indicador de médias móveis trimestrais também cedeu (1,2 ponto), após sete altas seguidas. O movimento sinaliza uma desaceleração no ritmo de recuperação do mercado de trabalho.

Profissões do futuro exigem capacitação e interdisciplinaridade

Interdisciplinaridade é a palavra de ordem para quem está de olho nas áreas mais promissoras do mercado de trabalho para os próximos anos. Entre as que estarão em voga, destacam-se carreiras ligadas a envelhecimento da população, energias renováveis, aquecimento global, infraestrutura e saúde. Todas aliadas à tecnologia. Para celebrar o Dia do Trabalho, o Ministério do Trabalho entrevistou especialistas no assunto e elencou dicas para os brasileiros que buscam sucesso e oportunidades.

Geração Z muda as relações de trabalho no Brasil

O mercado de trabalho é dinâmico e passa por mudanças contínuas que envolvem os profissionais que o compõem e as relações trabalhistas que mantêm entre si. Essas modificações acontecem nos cenários econômico, social e principalmente tecnológico, e hoje têm como grande protagonista a geração Z, formada por pessoas que nasceram e cresceram em um período marcado pelo uso frequente da tecnologia e que vêm provocando transformações e novos padrões de atuação no mercado.

Dia do Trabalho é marcado pela retomada do emprego em todo o Brasil

O trabalhador brasileiro tem motivos para olhar para o futuro com esperança neste 1º de maio, nas comemorações do Dia do Trabalho. Os resultados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) vêm confirmando, mês a mês, a tendência de recuperação do mercado de trabalho depois de três anos com números negativos no saldo anual. “Apesar de o índice de desemprego ainda ser expressivo, as medidas adotadas pelo governo federal desde 2016 estão revertendo essa situação e o trabalhador já pode ter otimismo. Os empregos estão de volta”, disse o ministro do Trabalho, Helton Yomura.

Brasil abre 56.151 novos postos de trabalho em março

O mês de março registrou a abertura de 56.151 novos postos de trabalho no Brasil, um aumento de 0,15% em relação ao estoque de fevereiro. O resultado é decorrente de 1.340.153 admissões e de 1.284.002 desligamentos. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgado nesta sexta-feira (20).

Mercado de trabalho no comércio atacadista cresce

Após dois anos de retração, o mercado de trabalho no comércio atacadista do Estado de São Paulo voltou a registrar mais admissões que desligamentos. Foram 6.208 novas vagas formais abertas em 2017, contrapondo a extinção de 7.474 vínculos do ano anterior. Desta forma, o atacado paulista encerrou 2017 com um estoque de 498.150 vínculos celetistas, alta de 1,3% em relação a 2016.

  • Publicado em Economia

Tecnologia pode virar a quarta revolução industrial, diz professor da FGV

Os poderes transformadores da inteligência artificial, big data, internet das coisas, tecnologias móveis e blockchain vão gerar uma quarta revolução industrial, de acordo com o coordenador do MBA em Marketing Digital da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Miceli. Segundo ele, a evolução deve aumentar padrão, expectativa e qualidade de vida. No entanto, Miceli ressalta que também pode ter efeitos disruptivos, sobretudo no mercado de trabalho.

 

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