Banco Central acerta ao manter a Selic em 6,5%, avalia a FecomercioSP

A manutenção da taxa Selic em 6,5%, anunciada nesta quarta-feira (19) pelo Banco Central (BC), já era esperada, segundo avalia a assessoria econômica da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). De acordo com a Entidade, passada a pressão inflacionária sobre os alimentos proveniente da paralisação dos caminhoneiros, e considerando os recentes efeitos do cenário eleitoral sobre o câmbio que se mantém acima dos R$ 4, não há muita alternativa para o BC que não seja permanecer atento aos movimentos dos preços sem alterar a Selic.

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BC acerta e bancos precisam diminuir juros a pessoa física

O presidente em exercício da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Roberto Mateus Ordine, diz que a decisão do Banco Central (BC) de manter a taxa básica de juros (Selic) em 6,5% ― menor nível da série histórica ― foi acertada. “Precisamos também que o Banco Central atue mais intensamente junto ao mercado financeiro para aumentar a concorrência entre os bancos e reduzir os compulsórios, a fim de diminuir os juros para pessoa física, que ainda estão muito altos (em 30,5% a.a.), aproximando-os assim do juro básico da economia, de 6,5%”.

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FIRJAN considera decisão do Copom acertada e defende urgência de reformas estruturais

O Sistema FIRJAN considera acertada a decisão do Copom de manter a taxa básica de juros em 6,50% ao ano. Desde a última reunião do colegiado, as projeções para o PIB recuaram em torno de 1 ponto percentual e já apontam para um crescimento abaixo de 2% em 2018. Além disso, a inflação atual e a projetada encontram-se abaixo do centro da meta estabelecida.

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