Inadimplência do consumidor afeta 61,5 milhões no país

Segundo dados da Serasa Experian, em agosto de 2018 o número de consumidores inadimplentes no Brasil totalizou 61,5 milhões. O indicador caiu 0,16% em relação ao consolidado de julho/2018 (61,6 milhões). É o segundo recuo consecutivo após o recorde da série, registrado em junho deste ano, que chegou a 61,8 milhões de inadimplentes. Já na comparação com agosto de 2017 (60,4 milhões), o aumento foi de 1,82%. O montante de dívidas em agosto deste ano atingiu R$ 274 bilhões, com média de quatro dívidas por CPF, totalizando R$ 4.453 por pessoa.

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19% dos brasileiros tiveram crédito negado em julho

Em meio ao cenário de alta da inadimplência e de desemprego elevado, o consumidor brasileiro tem encontrado dificuldades para comprar a prazo. Dados do Indicador de Uso do Crédito apurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostram que em cada dez brasileiros, dois (19%) tiveram crédito negado ao tentarem parcelar uma compra, o percentual é ligeiramente acima dos 17% observados em junho. De acordo com os entrevistados, a restrição do CPF em virtude do não pagamento de contas foi a principal razão para a negativa (39%), seguida renda insuficiente (18%) e falta de comprovação de renda (12%).

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Inadimplência de micro e pequenas empresas cresce

O Brasil encerrou julho de 2018 com mais um recorde histórico da inadimplência entre micro e pequenas empresas. O indicador de MPEs com dívidas em atraso chegou a 5,208 milhões no sétimo mês deste ano – o maior já apurado pela Serasa Experian desde março de 2016, quando teve início o levantamento. O aumento é de 9,4% frente a julho de 2017 (4,759 milhões). Já a comparação com junho deste ano (5,174 milhões) apontou aumento de 0,7%.

Total de cheques sem fundos recua em julho

Segundo o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos, julho de 2018 encerrou com 1,83% de devolução de cheques pela segunda vez por insuficiência de fundos, o menor percentual apurado para o mês de julho desde 2010, que foi de 1,74%. 

Inadimplência do consumidor atinge 61,6 milhões

Segundo dados da Serasa Experian, em julho de 2018, o número de consumidores inadimplentes no país era de 61,6 milhões, o segundo maior desde o início da série, realizado em 2016. O recorde da série foi registrado em junho, com 61,8 milhões de inadimplentes. Na comparação com julho de 2017 (60,4 milhões), o índice teve aumento de 1,99%, já na comparação com junho deste ano, houve queda de 0,32%. O montante alcançado pelas dívidas em julho deste ano foi de R$ 272,5 bilhões, com média de quatro dívidas por CPF, totalizando R$ 4.426 por pessoa.

Proporção de famílias paulistanas endividadas sobe

Após uma sequência de três quedas consecutivas, a parcela de famílias endividadas na cidade de São Paulo voltou a subir em julho, passando de 49,4% em junho para os atuais 51,2%. Em números absolutos, são praticamente 2 milhões de famílias com algum tipo de dívida. O total de famílias na capital é de 3,9 milhões. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Inadimplência das empresas tem maior alta em 21 meses

O volume de empresas com contas em atraso e registradas em cadastros de inadimplentes cresceu 9,41% no último mês de junho na comparação com o mesmo período do ano passado. Trata-se da alta mais acentuada desde setembro de 2016, quando o indicador havia registrado um crescimento de 9,61%. Os dados são do Indicador de Inadimplência da Pessoa Jurídica apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Na comparação mensal, isto é, entre junho e maio de 2018, sem ajuste sazonal, o indicador cresceu 0,46%.

Inadimplência das empresas sobe 7,8% em junho

Em junho de 2018 foram registrados 5,5 milhões de CNPJs negativados, um acréscimo de 7,8% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Na comparação com maio deste ano, o número de empresas inadimplentes ficou estável. Em relação ao montante das dívidas, houve aumento de 3,4% em relação ao mesmo período do ano passado.

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