Emprego fica estável em junho e fecha 1º semestre com 392,4 mil novas vagas

O emprego formal se manteve estável em junho no Brasil. Foram registradas no mês 1.167.531 admissões e 1.168.192 desligamentos, que resultaram em um saldo de -661 vagas. No acumulado do ano, o saldo ficou positivo em +392.461 empregos, um crescimento de 1,04% em relação ao primeiro semestre de 2017. Se considerados os saldos dos últimos 12 meses (julho de 2017 a junho de 2018), o resultado também é positivo. Foram criados +280.093 postos formais, 0,74% a mais do que no período anterior. Com isso, o estoque de empregos no país ficou em 38,21 milhões.

Crise econômica afetou emprego em 29,3% das cidades paulistas

A crise econômica, que teve início em 2014 e causou forte recessão no país, fez com que o nível socioeconômico das cidades brasileiras retrocedesse três anos. É o que aponta o Índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), divulgado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) com base em dados oficiais de 2016, últimos disponíveis. Apesar de ser o estado com maior proporção de cidades com alto desenvolvimento de forma geral (27,5%), a crise se manifestou fortemente em São Paulo na vertente Emprego e Renda, avaliada pelo IFDM: 29,3% dos municípios paulistas regrediram e nenhum alcançou o conceito máximo.

Comércio atacadista de São Paulo cria 1.568 empregos formais

O comércio atacadista no Estado de São Paulo abriu 1.568 vagas de trabalho formais no quarto mês do ano, resultado de 16.327 admissões e 14.759 desligamentos, o melhor desempenho para um mês de abril desde 2012. Esse é o quarto saldo positivo consecutivo e, com isso, o estoque ativo do setor atingiu 502.071 vínculos empregatícios, o maior patamar desde novembro de 2015 – alta de 2,1% em relação a abril de 2017. No acumulado do ano, o saldo é positivo em 3.921 empregos celetistas. Esse é também o melhor desempenho para o primeiro quadrimestre desde 2014.

IAEmp marca 101,1 pontos em maio

O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) da Fundação Getulio Vargas recuou 2,5 pontos entre abril e maio, para 101,1 pontos. A queda de maio é a terceira consecutiva do indicador, o que não ocorria desde o início de 2015. Pela métrica de médias móveis trimestrais, o indicador também apresenta tendência declinante, ao recuar 2,9 pontos em relação ao mês anterior. 

PNAD Contínua: taxa de subutilização da força de trabalho sobe

No primeiro trimestre de 2018, a taxa de subutilização da força de trabalho (que agrega os desocupados, os subocupados por insuficiência de horas e a força de trabalho potencial) subiu para 24,7%, o que representa 27,7 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a maior taxa de subutilização na série histórica da PNAD Contínua, iniciada em 2012. O contingente de subutilizados também é o maior da série histórica.

Geração Z muda as relações de trabalho no Brasil

O mercado de trabalho é dinâmico e passa por mudanças contínuas que envolvem os profissionais que o compõem e as relações trabalhistas que mantêm entre si. Essas modificações acontecem nos cenários econômico, social e principalmente tecnológico, e hoje têm como grande protagonista a geração Z, formada por pessoas que nasceram e cresceram em um período marcado pelo uso frequente da tecnologia e que vêm provocando transformações e novos padrões de atuação no mercado.

Dia do Trabalho é marcado pela retomada do emprego em todo o Brasil

O trabalhador brasileiro tem motivos para olhar para o futuro com esperança neste 1º de maio, nas comemorações do Dia do Trabalho. Os resultados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) vêm confirmando, mês a mês, a tendência de recuperação do mercado de trabalho depois de três anos com números negativos no saldo anual. “Apesar de o índice de desemprego ainda ser expressivo, as medidas adotadas pelo governo federal desde 2016 estão revertendo essa situação e o trabalhador já pode ter otimismo. Os empregos estão de volta”, disse o ministro do Trabalho, Helton Yomura.

Brasil abre 56.151 novos postos de trabalho em março

O mês de março registrou a abertura de 56.151 novos postos de trabalho no Brasil, um aumento de 0,15% em relação ao estoque de fevereiro. O resultado é decorrente de 1.340.153 admissões e de 1.284.002 desligamentos. Os dados estão no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgado nesta sexta-feira (20).

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