Queda na confiança do consumidor abala humor do empresário

A segunda queda consecutiva na confiança do consumidor em abril (-3%) já reflete a tendência de confiança, até então alta, do empresário do comércio (-1,2%), ocasionando uma desaceleração dos investimentos futuros e das contratações de novos funcionários (-2,1%). Para a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o atual momento é o mais crítico desde agosto de 2018, deixando os comerciantes alertas.

Incerteza da Economia avança em abril

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas avançou 8,1 pontos em abril, para 117,3 pontos, o maior nível desde setembro de 2018 (121, 5 pontos).

Empresário tem expectativa positiva em relação à economia brasileira

De acordo com levantamento da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), a previsão é que o crescimento médio do Brasil deve ser de apenas 0,9% ao ano, na última década, ou seja, de 2011 a 2020. Por outro lado, o IBGE destaca que a economia brasileira cresceu 1,1% em 2018 em relação ao ano anterior. No último trimestre de 2018, a expansão do PIB foi de 0,1% em relação ao trimestre anterior. Diante deste cenário, a ansiedade do brasileiro aumenta a cada dia por reais soluções e se depender dos dados divulgados, a situação ainda não é das melhores para a economia. 

Nova Previdência fará PIB crescer 1,1 p.p, aponta Boletim Prisma

O mercado financeiro acredita que a reforma da Previdência vai potencializar o crescimento da economia. De acordo com pesquisa divulgada no Boletim Prisma Fiscal, da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia, com 64 analistas de mercado especializados em projeções fiscais, a aprovação da reforma representará ganho de 1,1 ponto percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, neste ano.

Indústria têxtil e de confecção analisa com cautela crescimento da economia

O segmento têxtil e de confecção, com a contratação de 31.666 trabalhadores e 22.390 demissões, fechou janeiro deste ano com saldo positivo de 9.276 novos empregos – empregando, hoje, cerca de 1,5 milhão de pessoas. Representando 26,5% do total de vagas geradas pela indústria de transformação (34.929), foi o melhor resultado dentre todos os subsetores, conforme indicam os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho.

Indicador Antecedente recua em fevereiro

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil, publicado em parceria entre a FGV IBRE e The Conference Board (TCB), recuou 1,2% em fevereiro, para 117,6 pontos. Seis dos oito componentes contribuíram para a queda no mês, com destaque para os índices de Quantum de Exportações e de Expectativas de Serviços, com quedas de 9,7% e 4,2%, respectivamente.

Incerteza da Economia recua em fevereiro

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas recuou 0,2 ponto em fevereiro, para 111,3 pontos, permanecendo em patamar elevado em termos históricos.

  • Publicado em Economia
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