Títulos de dívida corporativa crescem 47% em 2017

Em 2017, os títulos de renda fixa corporativos (Debênture, CRA, CRI, FIDC e Nota Comercial) apresentaram crescimento de 47% no volume de emissões em relação a 2016, somando R$ 149,5 bilhões em novos registros, segundo levantamento da Unidade de Títulos e Valores Mobiliários da B3. O estoque - montante total na carteira de investidores - dos instrumentos de dívida corporativa depositados na companhia totaliza atualmente R$ 460 bilhões.

Ministra discute com Tombini indexação do CRA também em dólar

A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) se reuniu nesta quinta-feira (1º) com o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, para discutir a possibilidade de emissão do Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) indexado ao dólar. A medida visa a oferecer mais uma opção de financiamento para o agronegócio.

Cetip registra R$ 3,1 bilhões em CRAs em um ano

As novas aplicações em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) depositadas na Cetip somaram R$ 3,1 bilhões em um ano (setembro de 2014 a agosto de 2015). O volume é 149% maior que o acumulado no intervalo entre setembro de 2013 e agosto de 2014, quando o montante em captações totalizou R$ 1,2 bilhões. 

Captação por CRA quintuplica no semestre

As novas aplicações em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) apuradas pela Cetip no primeiro semestre de 2015 alcançaram cerca de R$ 2 bilhões. O montante é quase cinco vezes maior do que o volume movimentado no mesmo período do ano passado, quando foram emitidos cerca de R$ 419 milhões. Apenas em junho, foram realizadas duas captações de R$ 675 milhões cada, por Raízen e Suzano. Já o estoque – ou seja, o volume que está na carteira de investidores, excluindo as aplicações já vencidas ou resgatadas – atingiu R$ 3,7 bilhões no final de junho, com aumento de 236% em relação ao mesmo período de 2014.

(Redação - Agência IN)

CRA é alvo de investidor pessoa física

A última emissão de Certificados de Recebíveis Agrícolas (CRAs) no mercado brasileiro foi arrematada por mais de 2 mil investidores pessoa física. A apuração é da Cetip, maior depositária de títulos privados de renda fixa da América Latina e maior câmara de ativos privados do País, responsável pelo depósito de 99,7% do total da emissão, que atingiu recorde histórico no mercado com R$ 675 milhões captados pela Raízen e foi securitizada pela Gaia.

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