Copom anuncia hoje taxa básica de juros

A taxa básica de juros da economia (Selic), válida para os próximos 45 dias, será anunciada hoje (29) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BDC). A reunião que vai definir a Selic, a penúltima do ano, começou ontem (28) à tarde, com apresentações técnicas e discussões sobre a conjuntura econômica.

Copom inicia hoje reunião para definir taxa Selic

Começa na tarde de hoje (28) a penúltima reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) para definir a taxa básica de juros da economia (Selic). A nova taxa, válida para os próximos 45 dias, será anunciada amanhã (29). Para esta terça-feira, estão previstas apresentações técnicas e discussões sobre a conjuntura econômica.

Ata do Copom afirma que ambiente externo permanece complexo

Ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), divulgada nesta quinta-feira, 11, aponta que o fato da inflação atualmente se encontrar em patamares elevados reflete, em parte, a ocorrência de dois importantes processos de ajustes de preços relativos na economia – realinhamento dos preços domésticos em relação aos internacionais e realinhamento dos preços administrados em relação aos livres. O Comitê reconhece que esses ajustes de preços relativos têm impactos diretos sobre a inflação e reafirma sua visão de que a política monetária pode e deve conter os efeitos de segunda ordem deles decorrentes.           
                               

Redução dos gastos públicos é essencial para o recuo da inflação, diz Firjan

De acordo com a nota do Sistema Firjan divulgada nesta quarta-feira (3) , “o resultado negativo do PIB no segundo trimestre confirmou o quadro de baixo crescimento da economia brasileira retratado pelas pesquisas setoriais e pelos índices de confiança de empresários e consumidores. Apesar disso, ainda que os resultados para a inflação tenham sido mais favoráveis desde a última reunião do Copom, permanecem relevantes desafios quanto à sua trajetória, em especial no que diz respeito à correção dos preços administrados. Dessa forma, o Sistema FIRJAN insiste que uma política fiscal mais equilibrada, com redução dos gastos públicos de natureza corrente, é essencial para um recuo sustentável da inflação, de forma a abrir espaço para um processo de queda permanente da taxa de juros”.

(Redação - Agência IN)

Com inflação e recessão técnica, juros altos são inúteis para a economia

O vice-presidente do Sinditêxtil-SP (Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo), Francisco José Ferraroli dos Santos, acredita que, após o péssimo resultado do PIB, com recessão técnica, e o aumento da inflação, não há mais espaço para a utilização da política de juros altos, que foi mantida nesta quarta-feira (03/09) pelo Copom.

 

Selic: sinais de “estagflação” são evidentes, afirma especialista

O Comitê de Política Monetária (Copom) acaba de anunciar a taxa básica de juros (Selic) para o próximo período, mantida em 11%. Para o coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina – FASM, Reginaldo Gonçalves, os juros altos já não são mais garantia de controle de inflação e os sinais de “estagflação” são evidentes. “A indústria continua patinando em suas operações, não conseguindo competitividade para seus produtos. Acabamos de cair mais uma posição no ranking mundial de competitividade, para a 57ª posição. Já passou da hora de fazermos ajustes mais profundos. O consumidor está cada vez mais exigente e quer pagar um preço justo. Assim, acabam buscando no produto importado o que, muitas vezes, não há no nacional: preço”, avalia.

(Redação - Agência IN)

Selic: indústria sente reflexos de juros altos, diz Abiplast

“Independentemente da manutenção ou das pequenas variações da Selic que têm sido anunciadas ao longo de 2014, o patamar atual é muito elevado. A taxa básica de juros do Brasil é refém do problema fiscal. É premente reduzir as despesas públicas, em todas as instâncias governamentais, pois com o Estado gastando mal e muito, não temos como baixar os juros, e o alto preço do dinheiro é inimigo do aporte de capital em empreendimentos produtivos.

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