Queda da atividade industrial registra novo recorde

A Sondagem Industrial divulgada nesta quarta-feira (20), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra um recuo sem precedentes na atividade industrial brasileira tanto em intensidade quanto em alcance, entre março e abril deste ano, devido aos efeitos da crise provocada pelo coronavírus. O índice de evolução da produção registrou 26 pontos em uma escala de 0 a 100. Nessa metodologia, os valores abaixo de 50 pontos mostram queda.

Indicadores de atividade industrial têm quedas expressivas, mostra CNI

2016 foi um ano de muitas dificuldades para a indústria. Os indicadores de atividade industrial, divulgados nesta segunda-feira, 30, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostraram expressivas quedas na comparação com 2015. O faturamento real recuou 12,1% e as horas trabalhadas, 7,6%. Os dados de mercado de trabalho também foram negativos: na comparação com 2015, o emprego caiu 7,5%, a massa salarial, 8,6% e o rendimento médio 1,2%. A utilização da capacidade instalada (UCI) permaneceu baixa ao longo de todo o ano, 2 pontos percentuais abaixo da média de 2015 e 4,9 pontos percentuais abaixo da média entre 2003 e 2014.

Atividade industrial paulista recua 1,0% em maio

Em maio, o Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista registrou queda de 1,0% em relação ao mês anterior, na leitura com ajuste sazonal. Na série sem ajuste, acumulou retração de 8,9% em 12 meses.

Atividade industrial está em queda, mostra CNI

A atividade da indústria continuou em queda em maio, mas o recuo foi menos intenso que os verificados em abril e no mesmo período de 2015, informou hoje (17) a Confederação Nacional da Indústria (CNI), no boletim Sondagem Industrial. O índice de evolução da produção ficou em 45,5 pontos em maio contra 42,4 em abril.

Atividade industrial da zona do euro permanece baixa no 1T16

De acordo dados revelados nesta sexta-feira, 1, pelo estudo que representa a sigla, em inglês, PMI, e chamado de Índice de Gerentes de Compras, o crescimento da atividade industrial da zona do euro permanece baixo no primeiro trimestre, mesmo com o indicador de corte de preços mais alto da história desde o ano de 2009.

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