Taxa de desemprego aumenta em todas as regiões, aponta DIEESE

O DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e a Fundação Seade realizam atualmente a Pesquisa de Emprego e Desemprego em quatro regiões metropolitanas e no Distrito Federal, todos os meses. O levantamento é feito em parceria com diversas entidades, dentro do que se convencionou chamar de Sistema PED. Fazem parte do convênio o Ministério do Trabalho e Emprego e o Fundo de Amparo ao Trabalhador, além das seguintes instituições regionais: Setrab-GDF e Codeplan, no Distrito Federal; IDT/SINE-CE e STDS, em Fortaleza; FEE, FGTAS e PMPA, em Porto Alegre; e SEI e Setre, em Salvador.

Propostas do Dieese prevê progressão no IRPF

Como discutido no Boletim 242, o sistema tributário brasileiro é considerado regressivo. Para alterar tal situação, estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese) faz simulações de mudanças no Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF), a fim de propor mudanças para alcançar níveis de progressividade maiores, especialmente enfocando na necessidade de uma correção pela inflação da tabela utilizada e da necessidade da criação de novas faixas de renda e alíquotas maiores para rendas maiores.

Custo da cesta básica oscila nas capitais do Brasil, diz DIEESE

Em fevereiro de 2016, o custo do conjunto de alimentos básicos aumentou em 13 capitais do Brasil e diminuiu em outras 14, conforme resultado da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). As maiores altas ocorreram em capitais do Norte – Macapá (8,93%), Belém (8,64%) e Manaus (7,92%). As maiores retrações aconteceram em Vitória (8,45%), Palmas (-7,80%) e Campo Grande (-6,00%).

Alimentos e combustíveis elevam Custo de Vida em São Paulo

O Índice do Custo de Vida no município de São Paulo apresentou aumento de 0,71% em relação a janeiro, segundo cálculo do DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. Os grupos que registraram as maiores taxas em fevereiro foram Despesas Pessoais (2,11%), Transporte (1,36%), Saúde (0,84%) e Alimentação (0,66%), e contribuíram conjuntamente com 0,61 ponto percentual (p.p.).

Alimentos, combustíveis e mensalidades escolares pressionam o Custo de Vida em São Paulo

No primeiro mês do ano, o Índice do Custo de Vida no município de São Paulo registrou alta de 1,80% em relação a dezembro, segundo cálculo do DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. Os grupos Educação e Leitura (6,77%), Transporte (2,70%) e Alimentação (2,51%) apresentaram as maiores elevações e contribuíram em conjunto com 1,71 ponto percentual (p.p.).

Taxa de desemprego na Grande São Paulo mantém relativa estabilidade, diz Dieese

A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo manteve-se relativamente estável, variando de 14,1% em novembro para 13,9% na última verificação. Os dados são da Pesquisa de Emprego e Desemprego divulgada mensalmente pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

ICV-DIEESE chega a 11,46% ao final de 2015

Em 2015, o Índice do Custo de Vida – ICV - calculado pelo DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos – registrou variação de 11,46%; 4,73 pontos percentuais (p.p.) superior ao apurado em 2014, que correspondeu a 6,73%. Para todos os estratos de renda, as taxas acumuladas foram elevadas - 1º estrato, 12,83%; 2º estrato, 12,07%; e, 3º estrato, 10,43% - penalizando mais as famílias de menor rendimento, já que na medida em que o poder aquisitivo aumenta, a taxa diminui.

Alimentos pressionam inflação de dezembro, revela DIEESE

Segundo cálculo do DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o custo de vida, em dezembro, aumentou 0,77%, no município de São Paulo, com recuo de -0,25 p.p. em relação a novembro. Os gastos com Alimentação estiveram no mesmo patamar registrado no mês anterior, com taxa de 1,08% e impacto de 0,34 p.p.. Em seguida, os grupos Saúde (1,54%), Transporte (0,91%) e Habitação (0,26%) foram os que apresentaram as maiores contribuições, de, respectivamente, 0,22 p.p., 0,13 p.p. e 0,06 p.p.

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