Custo da cesta básica aumenta em 17 cidades, mostra DIEESE

Em maio, houve elevação do custo do conjunto de alimentos básicos em 17 das 27 capitais brasileiras, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). As maiores altas ocorreram em Porto Alegre (3,87%), Curitiba (3,46%) e Brasília (3,25%) e as quedas mais expressivas foram verificadas em Florianópolis (-4,09%), Fortaleza (-2,60%) e Rio Branco (-2,49%).

Taxa de desemprego cresce na maioria das regiões

O DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e a Fundação Seade realizam atualmente a Pesquisa de Emprego e Desemprego em quatro regiões metropolitanas e no Distrito Federal, todos os meses. O levantamento é feito em parceria com diversas entidades, dentro do que se convencionou chamar de Sistema PED. Fazem parte do convênio o Ministério do Trabalho e Previdência Social e o Fundo de Amparo ao Trabalhador, além das seguintes instituições regionais: Setrab-GDF e Codeplan, no Distrito Federal; IDT/SINE-CE e STDS, em Fortaleza; FEE, FGTAS e PMPA, em Porto Alegre; e SEI e Setre, em Salvador.

Procon-SP constata alta de 0,86% na cesta básica

O valor da cesta básica no município de São Paulo registrou alta de 0,86%, no período de 13/5 a 19/5, revela pesquisa diária da Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, em convênio com o Dieese. O preço médio, que no dia 12/5 era R$ 663,20 passou para R$ 668,91 em 19 de maio.

Procon-SP constata alta de 0,43% na cesta básica

O valor da cesta básica no município de São Paulo registrou alta de 0,43%, no período de 14/4 a 20/4, revela pesquisa diária da Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo, em convênio com o Dieese. O preço médio, que no dia 13/4 era R$ 662,59 passou para R$ 665,42 em 20 de abril.

Alimentos elevam o Custo de Vida em São Paulo

O aumento no Índice do Custo de Vida no município de São Paulo foi de 0,44% em relação a fevereiro, segundo cálculo do DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. Os grupos que registraram as maiores taxas, em março, foram Despesas Pessoais (4,13%), Alimentação (1,03%) e Transporte (0,43%), que juntos contribuíram com 0,55 ponto percentual (p.p.) no índice final. Já a redução de -0,81% no grupo Habitação resultou em impacto de -0,18 p.p. na taxa de março.

Reajuste salarial em 2015 tem margem mais baixa em 19 anos, diz Dieese

Pouco mais da metade dos reajustes salariais ultrapassou a variação da inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em 2015, revela o Sistema de Acompanhamento de Salários (SAS), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Esse universo correspondente a 708 unidades de negociação e foi o pior resultado desde 2004, quando o percentual foi de 54,9%.

Taxa de desemprego aumenta em todas as regiões, aponta DIEESE

O DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) e a Fundação Seade realizam atualmente a Pesquisa de Emprego e Desemprego em quatro regiões metropolitanas e no Distrito Federal, todos os meses. O levantamento é feito em parceria com diversas entidades, dentro do que se convencionou chamar de Sistema PED. Fazem parte do convênio o Ministério do Trabalho e Emprego e o Fundo de Amparo ao Trabalhador, além das seguintes instituições regionais: Setrab-GDF e Codeplan, no Distrito Federal; IDT/SINE-CE e STDS, em Fortaleza; FEE, FGTAS e PMPA, em Porto Alegre; e SEI e Setre, em Salvador.

Propostas do Dieese prevê progressão no IRPF

Como discutido no Boletim 242, o sistema tributário brasileiro é considerado regressivo. Para alterar tal situação, estudo do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Econômicos (Dieese) faz simulações de mudanças no Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF), a fim de propor mudanças para alcançar níveis de progressividade maiores, especialmente enfocando na necessidade de uma correção pela inflação da tabela utilizada e da necessidade da criação de novas faixas de renda e alíquotas maiores para rendas maiores.

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