Índice Nacional da Construção Civil sobe 1,94% em dezembro

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Índice Nacional da Construção Civil sobe 1,94% em dezembro (Foto: Pexels) Índice Nacional da Construção Civil sobe 1,94% em dezembro

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 1,94% em dezembro, ficando 0,12 ponto percentual acima da taxa do mês anterior (1,82%) e fechando o ano com a maior taxa da série com desoneração, iniciada em 2013, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O acumulado do ano foi de 10,16%, subindo 6,13 pontos percentuais em relação à taxa acumulada de 2019 (4,03%). Em dezembro de 2019, o índice foi de 0,22%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado passou para R$ 1.276,40 em dezembro, sendo R$ 710,33 relativos aos materiais e R$ 566,07 à mão de obra. Em novembro, o custo havia sido de R$ 1.252,10.

A parcela dos materiais, com alta significativa mais uma vez, apresentou também a maior variação mensal de 2020: 3,39%, subindo 0,24 ponto percentual em relação ao mês anterior (3,15%) e 3,52 pontos percentuais frente a dezembro de 2019 (-0,13%).

Já parcela da mão de obra registrou taxa de 0,18%, caindo 0,07 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,25%) e 0,41 ponto percentual frente à taxa de dezembro de 2019 (0,59%).

O acumulado no ano para 2020 foi de 17,28% nos materiais, enquanto a parcela do custo referente aos gastos com mão de obra atingiu 2,33%. Em 2019, a parcela dos materiais fechou em 4,54% e a mão de obra, em 3,47%.

Região Nordeste registra maiores variações mensal e anual

Influenciado pela alta significativa na parcela dos materiais, o Nordeste apresentou a maior variação regional em dezembro (2,37%) e o maior resultado acumulado em 2020 (12,50%). Nas demais regiões, os resultados foram: 1,75% (Norte), 1,69% (Sudeste), 2,27% (Sul) e 1,35% (Centro-Oeste).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.289,71 (Norte); R$ 1.201,17 (Nordeste); R$ 1.319,86 (Sudeste); R$ 1.335,31 (Sul) e R$ 1.260,87 (Centro-Oeste).

Roraima ficou com a maior taxa para o último mês do ano, 3,41%. No acumulado do ano, a Bahia ficou com a maior taxa, 17,08%, registrando também a maior taxa no acumulado da parcela dos materiais, 28,09%.

(Redação - Investimentos e Notícias)