Índice nacional da construção civil cresce 0,34% em abril

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Índice nacional da construção civil cresce 0,34% em abril (Foto: Pexels) Índice nacional da construção civil cresce 0,34% em abril

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) apresentou variação de 0,34% em abril, 0,18 ponto percentual (p.p.) abaixo do mês anterior, que registrou 0,52%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com abril de 2018 (0,26%), o índice aumentou 0,08 p.p.

O acumulado em 12 meses ficou em 4,95%, pouco acima dos 4,86% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. No ano, a alta acumulada é de 1,50%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou para R$ 1.130,67 em abril, sendo R$ 590,15 relativos aos materiais e R$ 540,52 à mão de obra. Em março, o custo nacional do setor havia sido de R$ 1.126,82. 

Os custos dos materiais subiram 0,33%, ficando 0,46 p.p. abaixo do resultado do mês anterior (0,79%). Em relação a abril de 2018 (0,14%), essa variação aumentou 0,19 p.p. Os materiais acumularam 1,87% no ano e 6,50% nos últimos 12 meses.

Já a taxa da mão de obra teve nova alta e ficou em 0,36%, 0,13 p.p. acima de março. Na comparação com abril de 2018 (0,37%), a taxa ficou no mesmo patamar. A mão de obra acumulou 1,12% no ano e 3,35% em 12 meses.

Norte é a região com maior alta nos custos

O Norte teve a maior alta no custo da construção civil entre as grandes regiões, com variação de 0,53%, e crescimento significativo da mão de obra no Amapá. As demais regiões também apresentaram alta com os seguintes resultados: 0,46% no Nordeste, 0,25% no Sudeste, 0,33% no Sul e 0,20% no Centro-Oeste.

Os custos regionais da construção, por metro quadrado, foram de R$ 1.135,07 no Norte, R$ 1.050,49 no Nordeste, R$ 1.180,74 no Sudeste, R$ 1.175,96 no Sul e R$ 1.131,69 no Centro-Oeste.

Maranhão registra o maior custo entre os estados

O Maranhão apresentou o maior crescimento nos custos da construção entre os estados, 2,75%, influenciado pela alta na mão de obra. A seguir veio o Amapá, com 1,81%, também com aumento nos custos com profissionais.

(Redação – Investimentos e Notícias)