Índice de preços ao produtor varia 0,70% em fevereiro

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Índice de preços ao produtor varia 0,70% em fevereiro (Foto: Pexels) Índice de preços ao produtor varia 0,70% em fevereiro

Os preços da indústria variaram 0,70% em fevereiro, número superior ao observado na comparação entre janeiro de 2020 e dezembro de 2019 (0,35%), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O acumulado no ano atingiu 1,05%, contra 0,35% em janeiro/2020. O acumulado em 12 meses foi de 6,62%, contra 6,36% em janeiro/2020.

Na passagem de janeiro para fevereiro de 2020, 20 das 24 atividades tiveram variações positivas, contra 17 do mês anterior. As quatro maiores altas se deram entre os produtos compreendidos nas atividades de refino de petróleo e produtos de álcool (-6,34%), indústrias extrativas (5,51%), calçados e artigos de couro (3,40%) e metalurgia (2,81%). Em termos de influência, sobressaíram refino de petróleo e produtos de álcool (-0,68 p.p.), alimentos (0,37 p.p.), indústrias extrativas (0,26 p.p.) e metalurgia (0,17 p.p.).

O acumulado do ano (fevereiro de 2020 contra dezembro de 2019) atingiu 1,05%, contra 0,35% em janeiro. Entre as atividades que tiveram as maiores variações, sobressaíram indústrias extrativas (11,34%), metalurgia (5,89%), refino de petróleo e produtos de álcool (-5,73%) e outros equipamentos de transporte (4,18%). Neste indicador, os setores de maior influência foram refino de petróleo e produtos de álcool (-0,61 p.p.), indústrias extrativas (0,51 p.p.), metalurgia (0,34 p.p.) e veículos automotores (0,12 p.p.).

No acumulado em 12 meses (fevereiro de 2020 contra fevereiro de 2019), a variação foi de 6,62%, contra 6,36% em janeiro. As quatro maiores variações ocorreram em indústrias extrativas (26,76%), outros equipamentos de transporte (13,25%), alimentos (11,45%) e farmacêutica (10,12%). Neste indicador, os setores de maior influência foram alimentos (2,54 p.p.), indústrias extrativas (1,12 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (0,76 p.p.) e metalurgia (0,41 p.p.).

Entre as grandes categorias econômicas, na perspectiva mensal, as variações foram de 0,85% em bens de capital; 0,98% em bens intermediários; e 0,28% em bens de consumo, sendo que 0,34% foi a variação observada em bens de consumo duráveis e 0,27% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

Do resultado da indústria geral (0,70%), a influência das grandes categorias econômicas foi de 0,06 p.p. de bens de capital, 0,53 p.p. de bens intermediários e 0,11 p.p. de bens de consumo. No caso de bens de consumo, 0,09 p.p. se deveu às variações nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis e 0,02 p.p. nos bens de consumo duráveis.

No acumulado no ano, as variações de preços acumularam 1,05% até fevereiro, sendo 2,33% a variação de bens de capital (com influência de 0,17 p.p.), 2,32% de bens intermediários (1,24 p.p.) e -0,94% de bens de consumo (-0,37 p.p.). No último caso, este resultado foi influenciado em 0,06 p.p. pelos produtos de bens de consumo duráveis e -0,43 p.p., pelos bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

Na taxa anual, a variação de preços alcançou as seguintes variações: bens de capital, 7,57% (0,57 p.p.); bens intermediários, 5,89% (3,21 p.p.); e bens de consumo, 7,47% (2,84 p.p.), sendo que a influência de bens de consumo duráveis foi de 0,25 p.p. e a de bens de consumo semiduráveis e não duráveis de 2,58 p.p.

(Redação – Investimentos e Notícias)