Índice de preços ao produtor varia 0,45% em setembro

  •  
Índice de preços ao produtor varia 0,45% em setembro (Foto: Pexels) Índice de preços ao produtor varia 0,45% em setembro

Os preços da indústria variaram 0,45% em setembro de 2019, resultado inferior ao observado em agosto (0,91%), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O acumulado no ano ficou em 2,94% e nos últimos 12 meses em -0,99%. Em setembro de 2019, das 24 atividades pesquisadas, 17 apresentaram alta de preços. 

As quatro maiores variações observadas em setembro de 2019 foram nas seguintes atividades industriais: indústrias extrativas (-10,49%), refino de petróleo e produtos de álcool (3,64%), outros equipamentos de transporte (1,85%) e fumo (1,69%).

Já em termos de influência, os destaques foram nas indústrias extrativas (-0,56 p.p.), em refino de petróleo e produtos de álcool (0,36 p.p.), em alimentos (0,23 p.p.) e em outros produtos químicos (0,08 p.p.).

Em setembro de 2019, o acumulado no ano (setembro de 2019 contra dezembro de 2018) atingiu 2,94%, contra 2,48% em agosto de 2019. Entre as atividades que tiveram as maiores variações percentuais na perspectiva deste indicador sobressaíram: indústrias extrativas (16,68%), refino de petróleo e produtos de álcool (11,84%), papel e celulose (-9,35%) e farmacêutica (8,51%). Já os setores de maior influência foram: refino de petróleo e produtos de álcool (1,10 p.p.), indústrias extrativas (0,70 p.p.), alimentos (0,40 p.p.) e papel e celulose (-0,33 p.p.).

No acumulado em 12 meses (comparação entre setembro de 2019 e setembro de 2018), a variação de preços foi de -0.99%, contra 1,43% em agosto de 2019. As quatro maiores variações ocorreram em papel e celulose (-12,59%), outros produtos químicos (-10,38%), farmacêutica (9,31%) e calçados e artigos de couro (-6,95%).

Entre as grandes categorias econômicas, a variação de 0,45% na comparação entre setembro e agosto deste ano repercutiu da seguinte forma: 0,62% em bens de capital; 0,39% em bens intermediários; e 0,51% em bens de consumo (0,62% em bens de consumo duráveis e 0,48% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis). Já a influência foi: 0,05 p.p. de bens de capital, 0,21 p.p. de bens intermediários e 0,19 p.p. de bens de consumo (0,15 p.p. de bens de consumo semiduráveis e não duráveis e 0,04 p.p. nos bens de consumo duráveis).

As variações acumuladas no ano das grandes categorias econômicas foram: 5,02% de bens de capital (com influência de 0,37 p.p.), 2,33% de bens intermediários (1,27 p.p.) e 3,42% de bens de consumo (1,30 p.p.). No último caso, este resultado foi influenciado em 0,21 p.p. pelos produtos de bens de consumo duráveis e 1,09 p.p., pelos bens de consumo semiduráveis e não duráveis. Em relação aos últimos 12 meses, as variações foram: bens de capital (4,98%), bens intermediários (-3.30%) e bens de consumo (1,71%).

(Redação – Investimentos e Notícias)