IGP-DI recua 0,51% no mês de agosto

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IGP-DI recua 0,51% no mês de agosto (Foto: Pexels) IGP-DI recua 0,51% no mês de agosto

A Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgou nesta sexta-feira, 06, que o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu 0,51% em agosto, percentual inferior ao apurado no mês anterior, quando o índice havia registrado queda de 0,01%. Com este resultado, o índice acumula alta de 3,86% no ano e de 4,32% em 12 meses. Em agosto de 2018, o índice havia subido 0,68% e acumulava elevação de 9,06% em 12 meses.

Dentre os indicadores, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) intensificou a desaceleração de sua taxa passando de -0,22% em julho para -0,90% em agosto. Na análise por estágios de processamento, o grupo Bens Finais variou -0,10% em agosto após registrar queda de 0,53% em julho. 

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,17% em agosto, após alta de 0,31% no mês anterior. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição para a desaceleração da taxa do IPC partiu do grupo Alimentação (0,35% para -0,36%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -0,34% para -10,75%.

O núcleo do IPC repetiu a taxa de 0,20% registrada no mês anterior. Dos 85 itens componentes do IPC, 47 foram excluídos do cálculo do núcleo. Destes, 28 apresentaram taxas abaixo de -0,01% linha de corte inferior, e 19 registraram variações acima de 0,39%, linha de corte superior. Em agosto, o índice de difusão, que mede a proporção de itens com taxa de variação positiva, foi de 47,04%, ficando 12,43 pontos percentuais abaixo do registrado em julho, quando o índice foi de 59,47%.

Por fim, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,42% em agosto, ante 0,58% no mês anterior. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de julho para agosto: Materiais e Equipamentos (0,24% para 0,06%), Serviços (0,34% para 0,25%) e Mão de Obra (0,84% para 0,69%).

(Redação – Investimentos e Notícias)