Dívida mobiliária federal totalizou R$3.372 bi

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Dívida mobiliária federal totalizou R$3.372 bi (Foto: Divulgação) Dívida mobiliária federal totalizou R$3.372 bi

A dívida mobiliária federal interna fora do Banco Central, avaliada pela posição de carteira, totalizou R$3.372 bilhões (51,7% do PIB) em novembro, registrando acréscimo de R$60,6 bilhões em relação ao mês anterior, segundo dados do Banco Central (BC). O resultado refletiu emissões líquidas de R$34,5 bilhões, decréscimo de R$0,1 bilhão em razão da apreciação cambial, e incorporação de juros de R$26,1 bilhões.

Destacaram-se as emissões líquidas de R$22,9 bilhões em LTN, de R$11,7 bilhões em LFT e R$4,2 bilhões em NTN-F, e os resgates líquidos de R$3,5 em NTN-B.

A participação por indexador registrou a seguinte evolução, em relação ao mês de outubro: a porcentagem dos títulos indexados ao câmbio permaneceu em 0,3%; a dos títulos vinculados à taxa Selic elevou-se de 24,1% para 24,4%, pelas emissões líquidas de LFT; a dos títulos prefixados evoluiu de 26,4% para 27,1%, devido a emissões líquidas de LTN e NTN-F; e a dos títulos indexados aos índices de preços permaneceu em 23,1%. A participação das operações compromissadas apresentou queda de 25,9% para 24,8%, apresentando compras líquidas de R$50,9 bilhões.

Em novembro, a estrutura de vencimento da dívida mobiliária em mercado foi a seguinte: R$43 milhões, 0,001% do total, vencendo em dezembro de 2017; R$493,7 bilhões, 14,6% do total, com vencimento em 2018; e R$2.878,3 bilhões, 85,4% do total, vencendo a partir de janeiro de 2019.

No final de novembro, a exposição total líquida nas operações de swap cambial alcançou R$78,6 bilhões. O resultado para o Banco Central, no regime caixa, dessas operações no mês (posição passiva em taxa Selic e posição ativa em taxa de câmbio mais cupom cambial), foi positivo em R$1,2 bilhão.

(Redação - Investimentos e Notícias)