Balança comercial registrou superávit de US$ 0,21 bilhões

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Balança comercial registrou superávit de US$ 0,21 bilhões (Foto: Pexels) Balança comercial registrou superávit de US$ 0,21 bilhões

A balança comercial registrou superávit de US$ 0,21 bilhões na terceira semana de fevereiro, com queda de -87,5%, e a corrente de comércio aumentou 8,7%, alcançando US$ 22,64 bilhões, segundo dados do Ministério da Economia. Até a 3º Semana de Fevereiro/2021, comparado a Fevereiro/2020, as exportações cresceram 1,5% e somaram US$ 11,42 bilhões. As importações cresceram 17,1% e totalizaram US$ 11,21 bilhões.

No acumulado Janeiro até 3º Semana de Fevereiro/2021, em comparação a Janeiro/Fevereiro 2020, as exportações cresceram 5,7% e somaram US$ 26,23 bilhões. As importações cresceram 11,8% e totalizaram US$ 27,15 bilhões. Como consequência destes resultados, a balança comercial apresentou déficit de US$ -0,92 bilhões e a corrente de comércio registrou aumento de 8,7%, atingindo US$ 53,38 bilhões.

Exportações

Até a 3º Semana de Fevereiro/2021, o desempenho dos setores foi o seguinte: queda de -25,3% em Agropecuária, que somou US$ 1,38 bilhões; crescimento de 14,6% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 3,42 bilhões e, por fim, crescimento de 3,2% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 6,55 bilhões. A combinação destes resultados levou o aumento do total das exportações.

A expansão das exportações foi puxada, principalmente, pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos: Milho não moído, exceto milho doce (204,6%), Café não torrado (13,0%) e Algodão em bruto (48,2%) na Agropecuária; Minério de ferro e seus concentrados (88,8%), Minérios de alumínio e seus concentrados ( 4,7%) e Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (367,0%) na Indústria Extrativa ; Açúcares e melaços (40,4%), Farelos de soja e outros alimentos para animais (excluídos cereais não moídos), farinhas de carnes e outros animais (111,0%) e Ouro, não monetário (excluindo minérios de ouro e seus concentrados) (74,8%) na Indústria de Transformação.

Por sua vez, ainda que o resultado das exportações tenha sido de crescimento, os seguintes produtos registraram diminuição nas vendas: Animais vivos, não incluído pescados ou crustáceos (-47,5%), Soja (-60,1%) e Lã e pelos em bruto (-63,0%) na Agropecuária; Minérios de cobre e seus concentrados (-5,0%), Outros minérios e concentrados dos metais de base (-56,1%) e Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-28,1%) na Indústria Extrativa ; Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) (-68,2%), Obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns (-54,5%) e Torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes (-74,1%) na Indústria de Transformação.

Importações

Até a 3º Semana de Fevereiro/2021, o desempenho das importações por setor de atividade econômica foi o seguinte: crescimento de 11,0% em Agropecuária, que somou US$ 0,27 bilhões; queda de -0,2% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 0,54 bilhões e, por fim, crescimento de 16,0% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 10,16 bilhões. A combinação destes resultados motivou o aumento das importações.

O movimento de crescimento nas importações foi influenciado pela ampliação das compras dos seguintes produtos: Milho não moído, exceto milho doce (300,0%), Cacau em bruto ou torrado (26,2%) e Látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (36,1%) na Agropecuária; Outros minérios e concentrados dos metais de base (164,9%), Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado ( 16,5%) e Gás natural, liquefeito ou não (55,7%) na Indústria Extrativa ; Adubos ou fertilizantes químicos (exceto fertilizantes brutos) (75,3%), Válvulas e tubos termiônicas, de cátodo frio ou foto-cátodo, diodos, transistores (39,9%) e Plataformas, embarcações e outras estruturas flutuantes (30.710,0%) na Indústria de Transformação.

Ainda que o resultado das importações tenha sido de crescimento, os seguintes produtos tiveram diminuição: Pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (-14,4%), Produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (-16,7%) e Frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (-14,1%) na Agropecuária; Outros minerais em bruto (-8,5%), Minérios de cobre e seus concentrados (-13,3%) e Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-50,0%) na Indústria Extrativa ; Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) (-43,4%), Obras de ferro ou aço e outros artigos de metais comuns (-58,4%) e Instalações e equipamentos de engenharia civil e construtores, e suas partes (-95,8%) na Indústria de Transformação.

(Redação – Investimentos e Notícias)