BC apresenta resultado positivo de R$ 45,2 bi em 2018

Em 2018, o Banco Central do Brasil apresentou resultado positivo de R$45,2 bilhões. Conforme previsto na Lei Complementar nº 101 (Lei de Responsabilidade Fiscal), de 4 de maio de 2000, e na Medida Provisória nº 2.179-36, de 24 de agosto de 2001, o resultado do 2º semestre (R$25,6 bilhões positivos) será transferido ao Tesouro Nacional no prazo de até 10 dias úteis a partir desta data (27/02/2019). O valor referente ao 1º semestre (R$19,6 bilhões) foi transferido em setembro de 2018.te do BCB na internet.

Proposta da Previdência busca efeito fiscal positivo nas contas do governo, diz FEBRABAN

A FEBRABAN divulgou uma nota avaliando a proposta da Reforma da Previdência encaminhada na manhã desta quarta-feira, 20, ao Congresso Nacional.

Segundo o presidente da FEBRABAN, Murilo Portugal, “a proposta de novas regras para a Previdência Social feita pela Presidência da República para discussão pelo Congresso Nacional é uma iniciativa importante para buscar maior justiça e garantir um efeito fiscal positivo significativo nas contas dos governos federal, estaduais e municipais, com grande abrangência e respeito aos direitos adquiridos. A mudança das regras atuais da Previdência é essencial para garantir o crescimento sustentado da economia e maior geração de empregos no país.”

(Redação - Investimentos e Notícias)

  • Publicado em Economia

BB lidera ranking de reclamações no 4º trimestre de 2018

O Banco Central divulgou nesta terças-feira, 15, o ranking de reclamações do quarto trimestre das instituições bancárias. Segundo o BC, dentre os bancos e financeiras com mais de quatro milhões de clientes o Banco do Brasil foi o campeão de reclamações, seguido dos bancos Santander e Bradesco.

BNDES registra lucro líquido de R$ 2,06 bilhões no trimestre

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 2,06 bilhões no primeiro trimestre de 2018, um crescimento de 453,4% diante do mesmo trimestre de 2017. O resultado foi marcado pelos efeitos positivos da reversão da despesa com provisão para risco de crédito e do crescimento do resultado com participações societárias.

Bancos zeram tarifas para investimentos

A concorrência com corretoras independentes tem feito grandes bancos zerarem as taxas cobradas dos clientes para investimentos no Tesouro Direto. A última grande instituição a reduzir os juros para investir em Tesouro Direto, Renda Fixa e Previdência foi o Banco do Brasil, que fez o anúncio hoje (20).

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