Seguridade Social fechou com déficit de R$ 257 bi em 2016

Responsável por atender a Saúde, a Assistência social e a própria Previdência, a Seguridade Social precisa ser entendida como um conjunto integrado de ações mais amplo de direito ao cidadão. Por esse motivo, quando se fala em déficit, é importante ressaltar que os números envolvidos não representam apenas os da Previdência. Segundo relatório do Tesouro Nacional, o rombo na seguridade atingiu R$ 257 bilhões no ano passado.

Metade dos brasileiros reprovam a reforma da previdência

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) indica que 47% dos brasileiros reprovam a reforma da previdência. Apesar da maioria ser contra a reforma, 60% admitem não ter mudado sua maneira de agir com relação à aposentadoria, especialmente por não terem refletido sobre o assunto (28%). Entre os 40% que alteraram o modo de pensar, o aumento da importância do planejamento da aposentadoria é a principal mudança (20%), principalmente entre os entrevistados das classes A e B.

Apenas 4 em cada 100 brasileiros poupam para a aposentadoria

É uma questão cultural. No Brasil, só 4 em cada 100 pessoas poupam para a aposentadoria. Em um levantamento feito pelo Banco Mundial em 143 países, o nosso está na 12º pior condição. O hábito de pensar apenas de forma imediatista precisa ser superado, dando espaço ao planejamento para curto, médio e longo prazo. Confira abaixo 6 orientações para mudar este comportamento.

Cofecon se posiciona contra a reforma da previdência social

A presidência do Conselho Federal de Economia (Cofecon) se posiciona em defesa da Previdência Social, pública, em seu atual regime de caráter contributivo e solidário. Desta forma, vem manifestar sua posição contrária à proposta de reforma da Previdência Social formulada pelo Governo Federal pelas seguintes razões:

Mais pobres e trabalhadores conseguirão se aposentar com a Reforma da Previdência?

O Governo Federal anunciou oficialmente nesta terça-feira (06) as propostas para da reforma da Previdência Social que será enviada ao Congresso Nacional. Entre as principais medidas estão: a fixação da idade mínima em 65 anos para trabalhadores e segurados da inciativa privada, rurais, políticos e servidores públicos, além de um tempo mínimo de contribuição de 25 anos e as regras de transição que serão válidas para homens com mais de 50 anos e mulheres com mais de 45 anos. Outro ponto polêmico é o aumento de idade mínima do BPC – Benefício de Prestação continuada, para idosos e deficientes, que atualmente é de 65 anos e será de 70 anos. Importante destacar que os mais pobres, na maioria, vivem em regiões em que a expectativa de vida não chega a 65 anos. Aí fica a pergunta/reflexão: os mais pobres e os trabalhadores conseguirão se aposentar?!

Governo detalha proposta de Reforma da Previdência

O governo detalhou nesta terça-feira (6), no Palácio do Planalto, a proposta de reforma da Previdência, que estabelece uma idade mínima de 65 anos para aposentadoria, com 25 anos de contribuição. O texto apresentado prevê uma regra de transição e respeita os direitos adquiridos dos cidadãos.

Contribuições a planos de previdência privada aberta somam R$ 26,07 bilhões no 3T16

Os aportes a planos abertos de caráter previdenciário (que incluem os PGBLs e os VGBLs) somaram R$ 26,07 bilhões no terceiro trimestre de 2016, apresentando uma evolução de 24,02% frente ao mesmo período do ano anterior, quando as contribuições somaram R$ 21,02 bilhões, de acordo com dados do balanço da FenaPrevi, entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

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