Taxa de juros em queda traz oportunidades de investimentos

No atual cenário de queda de juros, quem tem investimentos deve estar se perguntando se vale a pena manter suas aplicações em renda fixa mesmo com a tendência de uma taxa de juros ainda menor daqui em diante. A resposta é sim, a renda fixa continua vantajosa mesmo com esse novo cenário.



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Fim de ano é um período em que há muitos gastos. Seja por conta dos presentes ou de planejar as confraternizações, fica mais difícil se programar para viagens e nem todo mundo consegue fazer isso com antecedência.



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CMN mantém juros de financiamentos do BNDES em 7,5% ao ano

As empresas que contraírem empréstimos e financiamentos no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) continuarão a pagar 7,5% ao ano. O Conselho Monetário Nacional (CMN) manteve pelo terceiro trimestre consecutivo a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), que permanece no maior nível em quase dez anos.

A cada três meses, o CMN fixa a taxa para o trimestre seguinte. O conselho é formado pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, pelo presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, e pelo ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira.

O reajuste da TJLP diminui as pressões sobre o Tesouro Nacional, que gastará menos para cobrir a diferença entre a taxa subsidiada e os juros de mercado.

Em janeiro de 2013, a taxa tinha sido reduzida para o menor nível da história, em 5% ao ano, como medida de estímulo à economia. A taxa aumentou para 5,5% ao ano em janeiro de 2015, 6% em abril, 6,5% em julho, 7% em outubro e 7,5% em janeiro deste ano.

Criada em 1994, a taxa é definida como o custo básico dos financiamentos concedidos ao setor produtivo pelo BNDES.

De acordo com o Ministério da Fazenda, o valor da TJLP leva em conta dois fatores: centro da meta de inflação, atualmente em 4,5%, mais o Risco Brasil, indicador que mede a diferença entre os juros dos títulos brasileiros no exterior e os papéis do Tesouro norte-americano, considerados o investimento mais seguro do mundo.

Com manutenção da taxa de juros, investimentos em renda fixa continuam atraentes

Pela nona vez consecutiva, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa de juros básicos em 14,25%. Para o economista da Órama Alexandre Espirito Santo, não há surpresa na decisão. Ele ainda acredita que os juros poderão começar a cair a partir da reunião de outubro, isso, enfatiza, caso haja uma evolução satisfatória das medidas fiscais que precisarão ser aprovadas no Congresso, como a PEC dos gastos e as reformas da previdência e trabalhista. "Isso ficou muito claro no comunicado do comitê, divulgado após a reunião. Do contrário será complicado iniciar o processo de afrouxamento monetário já", analisa.

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