Aceleração da queda da taxa de juros é decisão acertada, considera FIRJAN

O Sistema FIRJAN considera acertada a decisão do Copom de acelerar a queda da taxa de juros, na medida em que a inflação está em trajetória cadente e a atividade econômica ainda não mostrou sinais claros de recuperação. De fato, a inflação deve encerrar o ano abaixo da meta de 4,5%, fato que não ocorre há oito anos, ao passo que as expectativas para o crescimento do PIB não só permanecem inferiores a 1% como têm sido revisadas para baixo há quatro semanas.

 

Redução da taxa de juros precisa ser acompanhada de medidas estruturais, diz FIRJAN

A manutenção do ritmo de corte da taxa de juros era esperada, à medida que as estatísticas reforçam o quadro de queda da inflação e atividade ainda no campo recessivo. De fato, a economia ainda não apresenta sinais robustos de recuperação, com desempenho pior do que o esperado, ao mesmo tempo que os preços mantêm trajetória cadente e as projeções apontam para inflação abaixo do centro da meta no fim de 2017.

 

Acelerar corte da taxa de juros é decisão acertada, diz FIRJAN

Desde outubro, quando se iniciou o processo de redução da taxa de juros, a inflação manteve trajetória cadente, fechando 2016 dentro das metas estabelecidas, algo que não acontecia desde dezembro de 2014. Para 2017, as projeções apontam inflação próxima do centro da meta de 4,5%. Diante disso, o Sistema FIRJAN considera acertada a decisão do Copom de acelerar o ritmo de corte da taxa de juros. Esse movimento será crucial à retomada do crescimento. Sua continuidade e intensidade, contudo, dependem da consolidação das reformas fiscais, em especial a aprovação da reforma da previdência e o reequilíbrio das contas públicas estaduais.

(Redação - Agência IN)

Indústrias podem perder R$ 67 bilhões com feriados nacionais de 2017, diz FIRJAN

A indústria brasileira poderá perder R$ 66,8 bilhões com os nove feriados nacionais e três pontos facultativos deste ano. O valor representa 4,4% do PIB industrial do país, o maior percentual registrado desde 2008. É o que aponta o estudo “O Custo Econômico dos Feriados Nacionais para a Indústria”, divulgado nesta quarta-feira, dia 4, pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).

Queda da taxa de juros está na direção correta, diz FIRJAN

Desde a última reunião do Copom, os elementos fundamentais ao comportamento da inflação seguiram em direção favorável ao início do ciclo de redução da taxa de juros. Houve desaceleração dos preços livres, em especial dos alimentos, e a aprovação da PEC do teto dos gastos em primeiro turno na Câmara dos Deputados. Nesse sentido, a decisão do Copom está na direção correta. 

Municípios brasileiros enfrentam pior situação fiscal da década, diz Firjan

Os municípios brasileiros enfrentam a pior situação fiscal dos últimos dez anos, segundo o Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) referente a 2015, divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Segundo o economista-chefe da entidade, Guilherme Mercês, a crise municipal reflete o cenário dos estados e da União. “Na verdade, essa deterioração fiscal foi aparecendo em sequência nos níveis de governo.”

Firjan manifesta apoio ao novo governo Michel Temer

Em nota divulgada no início da manhã de hoje (12), a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) manifestou apoio à decisão do Senado Federal de instauração do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff', que considera “mais um exemplo da força da democracia brasileira”, e também ao novo governo.

Sistema de metas para dívida pública é proposta da FIRJAN para equilíbrio fiscal

O Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) divulgou nesta segunda-feira, dia 2, estudo que propõe a adoção de um sistema de metas para a dívida pública, equivalente ao sistema de metas de inflação implantado no final da década de 90. De acordo com o estudo, apenas em 2015 a dívida bruta do governo geral, que abrange os governos federal, estaduais e municipais, atingiu 72,8% do PIB (Produto Interno Bruto), o maior patamar em 13 anos. As estimativas da Federação mostram que, caso não haja mudanças, o país acumulará déficits primários até 2018 e, com isso, a dívida pública pode ser maior que 90% do PIB em 2020.

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