Número de famílias endividadas em São Paulo cresce em maio

O número de famílias endividadas na cidade de São Paulo chegou a seis meses em crescimento consecutivo, atingindo 62,7% dos lares em maio, mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Desde novembro de 2020, quando teve sua última queda (56,1%), o índice registra um crescimento de 1,1 ponto porcentual por mês, se aproximando do recorde da série histórica – 63,8%, em março do ano passado.

Indicador de registros de inadimplentes cresce em abril

De acordo com dados nacionais da Boa Vista, os registros de inadimplentes subiram 5,1% na comparação mensal dos dados dessazonalizados. Na comparação interanual foi observada uma alta de 5,8% e o resultado acumulado em 12 meses manteve-se praticamente estável, passando de -21,4% para -21,3%.

Número de brasileiros endividados aumenta em 2020

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) produziu um estudo especial sobre o comportamento do endividamento dos brasileiros durante o ano de 2020, marcado pela crise provocada pela pandemia do novo coronavírus. A análise, que tem como base os resultados mensais da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), mostra que a média de famílias endividadas no ano passado cresceu 2,8 pontos percentuais, em comparação com 2019, chegando a 66,5% – a maior porcentagem anual da série, iniciada em 2010.

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54% das famílias paulistanas continuam endividadas

A proporção de famílias paulistanas endividadas permaneceu estável em outubro. De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), houve pouca alteração do indicador, ao passar de 54,5% em setembro para 54,7% em outubro. Isso significa que 2,14 milhões de famílias possuem algum tipo de dívida. O número é 0,2 ponto porcentual superior ao registrado em setembro e outubro do ano passado (54,5%).

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Número de famílias endividadas cresceu em 2017

Após o encolhimento da renda e do total de rendimentos ao longo da recessão econômica que atingiu o País entre os anos de 2014 e 2016, uma reação foi notada no ano passado. Em dezembro de 2017, o rendimento total das famílias brasileiras atingiu R$ 277,9 bilhões no mês, alta real de 5,5% em relação aos R$ 263,3 bilhões apurados em dezembro de 2015, ou seja, um aumento de R$ 14,6 bilhões. Considerando a elevação de 1,6% no número total de famílias nesse mesmo período, a renda média mensal familiar passou de R$ 4.250,37 para R$ 4.416,95, elevação de 3,9%, portanto.

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Volume de inadimplentes que regularizam dívidas cresce

Com a lenta recuperação da economia, o número de consumidores que conseguiram recuperar o crédito ainda é pequeno. Dados do Indicador de Recuperação de Crédito mensurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em todo o país, mostra um leve crescimento de 1,6% em junho, considerando o acumulado dos últimos em 12 meses. O resultado ficou abaixo do registrado no mês anterior (2,2%), mas ficou acima do observado nos períodos mais agudos da crise, quando houve uma queda da recuperação de crédito.

Cinco passos para fugir das dívidas

Em maio deste ano, o número de inadimplentes no Brasil passou de 61 milhões, segundo dados da Serasa Experian. Com o ritmo de crescimento econômico enfraquecido, o número de desempregados no país continua alto e, como consequência, a dificuldade de manter as contas em dia aumenta.

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