FIRJAN considera decisão do Copom acertada e defende urgência de reformas estruturais

O Sistema FIRJAN considera acertada a decisão do Copom de manter a taxa básica de juros em 6,50% ao ano. Desde a última reunião do colegiado, as projeções para o PIB recuaram em torno de 1 ponto percentual e já apontam para um crescimento abaixo de 2% em 2018. Além disso, a inflação atual e a projetada encontram-se abaixo do centro da meta estabelecida.

Copom acertou ao manter taxa básica de juros, diz ACSP

“A manutenção da taxa básica de juros foi acertada, visto que a inflação está bem abaixo do centro da meta”, diz Alencar Burti, presidente da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em referência à decisão de hoje do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) de manter a taxa Selic.

Ata do Copom mostra recuperação consistente da economia brasileira

A Ata do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), divulgada nesta terça-feira, 22, mostra que os membros do Comitê concordaram que ter havido arrefecimento, na margem, no ritmo de atividade econômica. Esse movimento ocorre em meio a processo de recuperação consistente, mas em ritmo gradual, da economia brasileira. Nesse contexto, entendem que, à medida que a atividade econômica se recupera, a inflação tende a voltar gradualmente para a meta. 

Cenário externo leva Copom a interromper ciclo de redução da Selic, avalia SPC Brasil

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) avalia como prudente a decisão tomada na noite desta quarta-feira (16/5) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central em manter a taxa Selic em 6,50% ao ano. O anúncio interrompe o ciclo de 12 quedas consecutivas da taxa básica de juros da economia brasileira. Ainda assim, trata-se do menor patamar histórico já registrado no país.

APAS vê como positiva taxa básica de juros mantida a 6,5%

A Associação Paulista de Supermercados (APAS) avalia como positiva a decisão do Comitê de Política Monetária (COPOM) em manter os juros básicos da economia, a taxa Selic, em 6,5% ao ano. Apesar de surpreender o mercado, que esperava nova queda, a decisão do Banco Central do Brasil sinaliza o comprometimento com sua política de juros baixos e da busca pela retomada do crescimento econômico brasileiro no curto e médio prazos, incentivando a expansão das redes supermercadistas e a geração de empregos.

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