Dívida mobiliária federal totalizou R$3.113,8 bilhões em março

A dívida mobiliária federal interna fora do Banco Central, avaliada pela posição de carteira, totalizou R$3.113,8 bilhões (49,2% do PIB) em março, registrando acréscimo de R$93,1 bilhões em relação ao mês anterior, segundo dados do BC. O resultado refletiu emissões líquidas de R$63,3 bilhões, acréscimo de R$0,3 bilhão em razão da depreciação cambial e incorporação de juros de R$29,4 bilhões.

Saldo das operações de crédito do sistema financeiro sobe em março

O saldo das operações de crédito do sistema financeiro atingiu R$3.077 bilhões em março, com expansão de 0,2% no mês e contração de 2,7% em doze meses, ante contrações respectivas de 0,1% e 3,5% registradas em fevereiro, segundo dados do Banco Central. As operações com pessoas físicas cresceram 0,6% no mês, alcançando R$1.577 bilhões, enquanto a carteira de pessoas jurídicas decresceu 0,3%, para R$1.500 bilhões. A relação crédito/PIB declinou 0,1 p.p., para 48,6%, ante 52,3% em março de 2016.

Transações correntes apresentaram superávit de US$1,4 bi em março

Em março, as transações correntes apresentaram superávit de US$1,4 bilhão, determinado por expressivo saldo comercial, segundo dados do Banco Central (BC). Foi o melhor resultado para meses de março, desde 2005. Nos doze meses encerrados em março, as transações correntes registraram déficit de US$20,6 bilhões, equivalente a 1,10% do PIB. Na conta financeira, os ingressos líquidos de investimentos diretos no país somaram US$7,1 bilhões no mês, acumulando US$85,9 bilhões nos últimos doze meses, ou 4,62% do PIB.

Dívida externa totalizou US$ 313,7 bilhões em março

A posição da dívida externa bruta estimada para março de 2017 totalizou US$313,7 bilhões, redução de US$7,6 bilhões em relação à posição de dezembro de 2016, segundo dados do Banco Central (BC). A dívida externa estimada de longo prazo atingiu US$263,6 bilhões, redução de US$1,4 bilhão no mesmo período comparativo, enquanto o endividamento de curto prazo somou US$50,1 bilhões, recuo de US$6,3 bilhões.

Banco Central acertou na redução da Selic, diz Associação Comercial de SP

Para o superintendente institucional da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Marcel Solimeo, o Banco Central acertou na redução da taxa básica de juros.

“É um corte muito bem-vindo. Com a queda de preços já dentro da meta para o ano, é preciso reduzir rapidamente a diferença entre a Selic e a inflação. Mais do que isso, a decisão do BC é uma ação concreta para alavancar a retomada da economia e, principalmente, conter o desemprego”, analisa Solimeo.

(Redação - Agência IN)

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