China e EUA devem chamar a atenção

  •  
China e EUA devem chamar a atenção (Foto: Divulgação) China e EUA devem chamar a atenção

As principais bolsas de valores globais devem apresentar sinais opostos nesta sexta-feira, 20, com investidores à espera da posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos e avaliando dados chineses. Diante deste cenário, os índices europeus e o indicador futuro das bolsas norte-americanas operam sem uma tendência clara.

Ásia

Na Ásia, as bolsas finalizaram o pregão com ganhos após a divulgação do PIB da China, com exceção da bolsa de Hong Kong, que caiu 0,7%.

O Produto Interno Bruto (PIB) da China avançou 1,7% no quarto trimestre de 2016, uma queda em relação aos 1,8% registrados no trimestre anterior, de acordo com informações divulgadas pelo National Bureau of Statistics of China (NBS). Em relação ao mesmo período do ano anterior, o PIB chinês cresceu 6,8%, ficando acima das expectativas dos agentes do mercado, que esperavam um crescimento de 6,7% no quarto trimestre de 2016.

Contudo, a produção industrial chinesa cresceu 6,0% em dezembro, segundo dados oficiais. O crescimento da produção industrial é inferior aos 6,2% registrados em novembro, de acordo o Escritório Nacional de Estatísticas (ONE). Por outro lado, as vendas varejistas registraram aceleração no último mês de 2016, com crescimento de 10,9%, contra 10,8% em novembro.

Europa

Na Europa, as bolsas apresentam estabilidade nesta manhã.

Por lá, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da Alemanha apresentou uma alta de 0,4% em dezembro deste ano, um resultado em linha com o esperado pelo mercado (+0,4%). Os dados foram divulgados pela agência de estatísticas do País, a Destatis.

Estados Unidos

Em Wall Street, o indicador futuro das bolsas norte-americanas aponta para uma abertura sem uma tendência clara.

Brasil

Aqui no Brasil, o Ibovespa deverá acompanhar o desempenho externo, em dia de poucas divulgações na agenda local.

Câmbio

Para finalizar, no mercado de câmbio, o dólar deverá apresentar ganhos em relação às demais moedas globais.

(MR – Agência IN)