Bolsas apresentam sinais opostos nesta sexta-feira (15)

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Bolsas apresentam sinais opostos nesta sexta-feira (15) (Foto: Divulgação) Bolsas apresentam sinais opostos nesta sexta-feira (15)

As principais bolsas de valores globais apresentam sinais opostos nesta sexta-feira, 15, ainda em reflexo das preocupações em torno do andamento da reforma tributária nos EUA. Com isso, os índices europeus e norte-americanos operam de lado.

Ásia

Na Ásia, as bolsas fecharam o pregão no campo negativo. O índice Nikkei caiu 0,62%, aos 22.553,22 pontos. Na semana, o índice acumulou perdas de 1,13% e no mês ganhos de 2,38%. As maiores altas foram registradas nas ações das empresas: Tokai Carbon: 15,27%; Showa Denko: 11,47% e as da Tokyo Dome Corp.: 4,85%.

Europa

Enquanto isso, na Europa, as bolsas finalizaram o pregão de lado.

Por lá, o Eurostat anunciou que a balança comercial dos 17 países que compõem a zona do euro registrou ganhos de € 18,9 bilhões em outubro, após apresentar superávit de € 26,4 bilhões no período anterior (número revisado).

EUA

Em Wall Street, o cenário não é diferente e bolsas operam de lado.

Entre os dados locais, o Federal Reserve (FED, Banco Central dos EUA) divulgou que a produção industrial nos Estados Unidos avançou 0,2% em novembro deste ano, na comparação com o mês anterior. Analistas previam uma alta de 0,3%. Em outubro, houve ganhos de 1,2%. Por outro lado, a capacidade de utilização da indústria avançou para 77,1% em novembro deste ano.

Brasil

Aqui no Brasil, o Ibovespa avança 0,36%. De acordo com relatório diário da Lerosa Investimentos, o mercado acompanha a melhora nas bolsas em NY e alta das commodities, após confirmação da votação da reforma previdenciária para 2018 com possibilidade de rebaixamento de rating. Ainda no radar, divulgação da Pesquisa Mensal de Serviços pelo IBGE reforça atividade econômica ainda sem muita tração para crescimento, por outro lado FGV divulgou dado de intenção de investimentos da indústria positivo.

Agenda

E abrindo a agenda de indicadores internos, a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgou que o Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria avançou 10,9 pontos no quarto trimestre de 2017 em relação ao trimestre anterior, atingindo 116,0 pontos, o maior nível desde o primeiro trimestre de 2014 (116,6). O indicador mede a disseminação do ímpeto de investimento entre as empresas industriais, colaborando para antecipar tendências econômicas.

Além disso, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrou que o setor de serviços recuou 0,8% em outubro na comparação com setembro (série com ajuste sazonal), após recuos de 0,3% em setembro e de 1,0% em agosto. Na comparação com outubro de 2016 (série sem ajuste sazonal), o volume de serviços prestados variou -0,3%, queda menos intensa do que as observadas em setembro (-3,2%) e agosto (-2,6%). Com esses resultados, a taxa acumulada no ano ficou em -3,4% e, em 12 meses, -3,7%.

(Redação - Investimentos e Notícias)