Pamella Cajano

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Índice de Competitividade Global de Talentos 2017 foca em talento e tecnologia

O INSEAD, a Escola de Negócios para o Mundo, lançou nesta semana a quarta edição do Índice de Competitividade Global de Talentos (Global Talent Competitiveness Index, o GTCI). Produzido em parceria com o Grupo Adecco e o Human Capital Leadership Institute de Singapura (HCLI), o GTCI é um relatório anual de benchmarking que mede a capacidade dos países para competir por talentos.

 

 

Índice de Competitividade Global de Talentos 2017 foca em talento e tecnologia – Como estará o Brasil?

 

Entre 118 países avaliados, o Brasil ocupou a 81ª posição do ranking, o que comprova a escassez de investimento em tecnologia associada à obtenção de talentos no país.

 

 

O INSEAD, a Escola de Negócios para o Mundo, lançou nesta semana a quarta edição do Índice de Competitividade Global de Talentos (Global Talent Competitiveness Index, o GTCI). Produzido em parceria com o Grupo Adecco e o Human Capital Leadership Institute de Singapura (HCLI), o GTCI é um relatório anual de benchmarking que mede a capacidade dos países para competir por talentos.

 

O GTCI mede como os países capacitam, atraem e retêm seus talentos, fornecendo recursos para que os tomadores de decisão desenvolvam estratégias para aumentar sua competitividade por esses profissionais. O tema desta quarta edição é Talento e Tecnologia: Moldando o Futuro do Trabalho.

A pesquisa deste ano explora os efeitos da ascensão tecnológica em relação à competitividade de talentos, mostrando que, embora empregos em todos os níveis continuem sendo substituídos por máquinas, a tecnologia também está criando novas oportunidades de trabalho. No entanto, empresas e profissionais deverão se adaptar a um ambiente de trabalho em que o know-how tecnológico, as habilidades pessoais, a flexibilidade e a colaboração são essenciais para o sucesso, bem como à nova estrutura horizontal que está substituindo hierarquias como uma inovação na configuração de liderança. Governos e empresários precisam trabalhar juntos para construir sistemas educacionais e políticas de mercado de trabalho que sejam adequadas para o propósito.

Suíça e Singapura ocupam os primeiros lugares no GTCI 2017, com quatro países nórdicos entre os dez melhores (Suécia, Dinamarca, Finlândia e Noruega). Reino Unido e Estados Unidos ocupam o terceiro e quarto lugares, respectivamente.

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