Estudo aponta queda de 31% nos estoques de imóveis da Baixada Santista

Estudo aponta queda de 31% nos estoques de imóveis da Baixada Santista Foto: Divulgação Estudo aponta queda de 31% nos estoques de imóveis da Baixada Santista

Imóveis de 2 dormitórios continuam liderando lançamentos e vendas na região, conforme levantamento do Secovi-SP

O Estudo do Mercado Imobiliário da Baixada Santista, elaborado pelo Departamento de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação em parceria com a Robert Michel Zarif Assessoria Econômica, foi divulgado na noite desta segunda-feira, 31/7, durante o Encontro Secovi do Mercado Imobiliário, realizado em Santos.

O levantamento, desenvolvido para quantificar e medir o desempenho do mercado de imóveis residenciais novos nas cidades de Santos, Guarujá, Praia Grande e São Vicente, mostrou que a Baixada Santista registrou um total de 9.175 imóveis lançados e 5.029 vendidos no período analisado, gerando uma oferta final de 4.146 novas habitações, o que representa uma queda de 31% em relação ao estudo anterior (6 mil).

Em termos de participação, o município de Praia Grande registrou o melhor desempenho no volume de unidades lançadas (51%) e vendidas (56%), seguido por Santos (32% e 21%), Guarujá (14% e 18%) e São Vicente (3% e 4%). O destaque ficou por conta dos imóveis de 2 dormitórios, que lideraram os lançamentos (48%) e as vendas (48%) no período de 36 meses.

Para o diretor Regional do Secovi na Baixada Santista, Carlos Meschini, os números refletem a realidade atual da região. "Mesmo com as dificuldades econômicas do Brasil nos últimos anos, que impactaram diretamente o ritmo da cadeia da construção civil, o mercado da Baixada continuou apresentando resultados importantes. O surgimento de novos empreendimentos permitiu que o setor se mantivesse em movimento diante da crise. Nossa região apresenta muitas opções para quem pretende adquirir um imóvel. O momento é propício para encontrar ofertas interessantes e negociar melhores condições de compra para quem tem recursos disponíveis", analisa.

(Redação - Agência IN)