Como uma PME pode planejar seus processos de vendas

Em um mundo cada vez mais digital, ferramentas de CRM (Customes Relationship Management) e ERP (Enterprise Resource Planning) são cada vez mais importantes - e até indispensáveis - para grandes empresas, mas também para as organizações de médio e pequeno portes. No entanto, na busca por soluções para melhorar seus processos, muitas vezes, as PMEs podem confundir as funções dos dois sistemas, que possuem, na verdade, objetivos bem distintos. A má utilização das ferramentas pode acarretar aumento nos custos das companhias, quando o objetivo, na verdade, é otimizar recursos e ajudar na redução de gastos.

 

5 dicas para PMEs e startups atraírem e reterem talentos

Definir qual é a cultura organizacional da empresa e fornecer informações sobre o que se espera do profissional que ocupará a vaga são algumas das orientações para aumentar o sucesso das contratações


“Com profissionalização do processo seletivo e preparação do profissional responsável pela contratação, é possível que pequenas e médias empresas possam se tornar atrativas para profissionais altamente qualificados”, diz Gabrielle.

Confira os cinco destaques do seminário online “Conquiste Talentos Para Sua Empresa – torne suas vagas mais atrativas e tenha os profissionais certos no seu time”, realizado pela Sage na última semana.

1. Profissionalização do processo seletivo – para que a divulgação da vaga seja mais assertiva e o perfil do profissional desejado fique mais claro, é importante que o processo de escolha do novo membro da equipe seja conduzido de forma profissional. Isso não significa, necessariamente, contratar uma pessoa ou empresa para a tarefa. Preparar o profissional que será responsável pela seleção costuma ser suficiente. Portais como rhportal.com.br ou sodinamicas.com.br, por exemplo, disponibilizam conteúdo de qualidade que pode ser consultado gratuitamente. 

2. Definir a cultura organizacional e sua estratégia e traçar o perfil do profissional que melhor se alinha a eles – o foco da empresa é oferecer remuneração acima da média? Ou o carro chefe para atrair novos profissionais é o pacote de benefícios? A marca da companhia é uma política agressiva de metas e bonificações ou flexibilidade de horário e qualidade de vida? É preciso entender qual é o perfil da empresa para poder destacar esses aspectos e, consequentemente, atrair candidatos que buscam e valorizam esses diferenciais.

3. Definir e fornecer o máximo de informações sobre a empresa e o cargo – bons profissionais não buscam simplesmente um emprego. Eles procuram por colocações que acrescentem valor aos seus currículos e impulsionem suas carreiras. Eles dificilmente fazem escolhas baseadas apenas na remuneração. Oferecer informações precisas sobre o clima e estrutura organizacional da empresa, composição do time que ele fará parte, estratégia de crescimento da companhia e autonomia para tomada de decisão são fundamentais para quem quer atrair e reter talentos. 

4. Definir o que se espera do profissional que ocupará a vaga – o cargo exige que a pessoa apresente resultados significativos já no curto prazo? O profissional vai ter que lidar diretamente com profissionais de diversos níveis hierárquicos? Quem for escolhido precisa ter uma postura conciliadora ou mais agressiva? Entender e informar a postura e resultados que se espera de quem for ocupar a vaga disponível alinha as expectativas da empresa e do candidato e diminui a chances de frustação ou falha na contratação.

5. Investir no tempo do processo seletivo – por mais que a necessidade de preencher a vaga seja urgente, é importante que o processo seja conduzido sem pressa. Realizar mais de uma rodada de entrevistas e organizar dinâmicas permite que a empresa conheça melhor o candidato e vice–versa, o que aumenta as chances de sucesso da contratação.

Fecomércio RJ comenta resultado da PME em maio

A leitura de maio da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE revela aceleração do aumento da desocupação no agregado metropolitano nacional. Quando comparamos os meses de 2015 com os mesmos períodos do ano passado, o resultado de maio apresenta a maior variação até aqui. Já o rendimento real recebido pelo trabalhador recuou mais em maio ante o registrado nos meses anteriores, movimento em linha com o observado nos demais indicadores econômicos domésticos, numa conjuntura em compasso de espera. O cenário reforça a necessidade de medidas que resgatem a confiança dos agentes econômicos por meio de metas fiscais claras e viáveis, redução gradual do peso dos impostos no dia a dia dos negócios e do consumo, incentivo ao investimento e fim do arrocho monetário – uma agenda à altura dos desafios do momento. Com a retomada da confiança, empresários voltarão a investir, consumidores, a consumir e a atividade retornará sua trajetória de crescimento, novamente na esteira do emprego e do comércio.

(Redação- Agência IN)

Taxa de desemprego mantém tendência de queda, afirma Catho-Fipe


A taxa de desemprego de abril medida pela PME/IBGE deve ficar em 5,3%, segundo a projeção Catho-Fipe. Esse valor é 0,4 ponto percentual maior do que o registrado em abril deste ano, mas 0,5 ponto percentual menor do que o mesmo mês do ano anterior. Ou seja, na comparação mensal o desemprego deve registrar elevação, mas a tendência de queda do indicador ainda permanece se considerarmos a comparação anual.

Franquias de baixo investimento estão expansão em todo o Brasil

O setor de franquias de baixo investimento -  redes de franquias que exigem investimento inicial de até R$ 80 mil, também conhecido como microfranquias, cresceu  no ano passado 29% em número de unidades e 31% em faturamento, de acordo com dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF). Segundo a entidade, o setor foi responsável por 5,11% da receita total do franchising no Brasil, atingindo a marca de R$ 5,9 bilhões em 2013. No que depender do Grupo Zaiom, da Flyworld, da Limpidus e da Nutty Bavarian, a expansão desse segmento deve ser ainda maior em 2014.

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