Fundos de ações têm captação líquida de R$ 8,3 bilhões em março

Os fundos de ações registraram captação líquida de R$ 8,3 bilhões em março, de acordo com dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) divulgados nesta segunda-feira (06). No primeiro trimestre, a classe acumula entradas líquidas de R$ 45 bilhões, contra R$ 16,7 bilhões no mesmo período do ano passado.

Fundos de ações batem recorde de captação em janeiro

Os fundos de ações bateram recorde de captação em 2019 e seguem em alta neste ano. As entradas líquidas de recursos nesses produtos chegaram a R$ 21,3 bilhões em janeiro, o maior valor da série histórica da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) para o primeiro mês do ano.

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Janeiro foi um mês de grandes turbulências vindas do exterior. Desde o início do mês, os Estados Unidos se envolveram em uma escalada de tensões com o Irã que aumentaram a preocupação de um conflito aberto no Oriente Médio, além de assinarem uma primeira fase do acordo comercial com a China, movimento que pode pôr fim a mais de 18 meses de disputa. E falando no gigante asiático, foi de lá que surgiu a principal preocupação do momento: o surto de coronavírus, epidemia que já infectou milhares de pessoas e matou algumas centenas. 

Mercado de capitais representa 34% de investimentos no Brasil

Segundo a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), os recursos levantados pelas empresas no mercado de capitais já representam 34% dos investimentos no Brasil neste ano, de acordo com o relatório do PIB divulgado hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Entre janeiro e setembro de 2019, foram emitidos R$ 282,0 bilhões via instrumentos do mercado de capitais, enquanto o investimento total no país chegou a R$ 833,8 bilhões.

Na comparação ao mesmo período de 2018, a participação das operações domésticas entre os recursos para investimentos avançou nove pontos base, e sobre 2017, quando houve o início do processo de redução dos subsídios do BNDES às companhias privadas, o crescimento foi de 15 pontos base. Considerando a série histórica da ANBIMA, iniciada em 2002, o resultado de 2019 só perde para 2010, quando foi registrada participação de 34,9% (naquele ano, o PIB avançou 7,5%).

Índice de debêntures atreladas à taxa DI tem primeira queda da história

Segundo dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), em novembro, o IDA (Índice de Debêntures ANBIMA)/DI, indicador que representa as debêntures remuneradas pela taxa DI, teve recuo de 0,07%.

De acordo com a entidade, é a primeira vez que o subíndice teve resultado negativo desde sua criação em 2009. Esse movimento foi decorrente de ajustes de preços no mercado secundário no período.

 

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