Indústria de fundos tem resgates líquidos de R$ 1,8 bi

A indústria brasileira de fundos de investimento registrou resgates líquidos de R$ 1,8 bilhão entre os dias 1º e 9 de novembro, de acordo com as estatísticas da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). No acumulado do ano, até 9 de novembro, a indústria apresenta captação líquida positiva de R$ 77,2 bilhões.

(Redação - Investimentos e Notícias)

Indicador de investimentos cresce 9,6% no 3º trimestre

Os investimentos cresceram no terceiro trimestre, segundo dados divulgados hoje (14) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)). O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) referente ao terceiro trimestre do ano avançou 9,6% frente ao segundo trimestre. O resultado foi impactado pelas operações de importação de plataformas de petróleo.

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Debêntures representam 66% das emissões do mercado de capitais no ano

As emissões de debêntures entre janeiro e outubro somam R$ 123,4 bilhões, o que corresponde a 66% do total movimentado pelas companhias no mercado de capitais este ano (R$ 187,8 bilhões). Desde o último mês de agosto, quando chegou a R$ 107,9 bilhões, o volume de debêntures é o maior da série histórica anual da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) para o período

Indústria de fundos alcança R$ 4,5 tri de patrimônio líquido

A indústria brasileira de fundos de investimento alcançou R$ 4,5 trilhões de patrimônio líquido, volume 9,8% maior que os R$ 4,1 trilhões alcançados no fim do ano passado. De acordo com boletim da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), a diferença entre os aportes e resgates de janeiro a outubro ficou em R$ 76,6 bilhões.

Manter juros altos inibe os investimentos, diz Força Sindical

O excesso do conservadorismo do Copom (Comitê de Política Monetária), que, novamente, manteve a taxa Selic em patamar elevado, reafirma que este governo presta um desserviço à classe trabalhadora e à sociedade brasileira ao apostar todas as suas fichas, mais uma vez, no fraco desempenho da economia.

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Intenção do empresário em investir cresce em outubro

O Índice de Expansão do Comércio (IEC), calculado mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), apontou leve alta de 0,7% em outubro, passando de 94,2 pontos em setembro para os atuais 94,8. Esse foi o segundo recuo consecutivo. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, indicador voltou a cair (-3,7%) – a queda na comparação interanual não acontecia desde junho de 2016. Entretanto, houve reversão desse quadro: em agosto, o IEC se manteve estável e, tal como a FecomercioSP previu, caiu em setembro, e a queda interanual se repetiu em outubro.

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