Banco Rodobens oferece crédito com imóvel como garantia

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A estabilidade econômica brasileira conquistada na última década possibilitou aos consumidores maior acesso ao crédito. Tendo como principais atrativos os juros baixos, prazos longos e parcelas fixas, o Crédito Com Garantia de Imóvel, oferecido pelo Banco Rodobens, é atualmente uma das modalidades de crédito que mais vem ganhando força nos últimos anos.

Aderindo a esta alternativa, o cliente interessado em obter empréstimos financeiros usa um imóvel ou terreno já quitados como garantia, sem precisar se desfazer do seu patrimônio. Voltado a empresas e pessoas físicas, o Crédito Com Garantia de Imóvel não exige a declaração da finalidade do empréstimo.

“É a modalidade ideal para empresas levantarem capital de giro ou investimentos em suas operações. Além disso, pode ser uma alternativa para consumidores obterem dinheiro para a reforma de suas residências, adquirirem novos bens ou até mesmo planejar uma viagem especial”, explica Rodrigo Negrini, responsável por produtos e novos negócios do Banco Rodobens.

Nesta nova modalidade de crédito, o Banco Rodobens institui uma taxa de juros a partir de 1,66% ao mês, prazo de pagamento máximo de até 120 meses e mínimo de um ano. Os valores para empréstimo definidos pela instituição financeira variam de R$ 20 mil a R$ 500 mil.

Tornando-se mais conhecido entre os consumidores brasileiros a cada ano, o Crédito Com Garantia de Imóvel é ainda mais barato do que modalidades de crédito mais comuns no mercado interno brasileiro, como o cheque especial e o cartão de crédito – famosos por gerarem altos índices de inadimplência, de acordo com as instituições protetoras de crédito.

A concessão do empréstimo por parte do banco depende de três etapas. Na primeira delas, é feita uma análise de crédito ao consumidor contratante; em um segundo momento, técnicos da instituição realizam uma avaliação do imóvel que será apresentado como garantia; e, por fim, é feita uma análise jurídica sobre as condições do contrato. O Banco Rodobens ressalta ainda que é necessário que o consumidor tenha um imóvel próprio, situado em ambiente urbano e que esteja 100% regularizado.

(Redação - Agência IN)

Última modificação emTerça, 18 Março 2014 18:58