Quer cursar MBA na Europa? Confira algumas dicas

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Quer cursar MBA na Europa? Confira algumas dicas Divulgação Quer cursar MBA na Europa? Confira algumas dicas

Estudar no exterior está cada vez mais acessível para os brasileiros. Segundo empresas de intercâmbio, o setor cresce, em média, 15% ao ano e deve movimentar R$ 5 milhões em 2014. De olho nessa crescente procura por cursos fora do País, a Universidade espanhola Carlos III aposta alto no Brasil: ela espera quadruplicar o número de brasileiros no seu MBA Internacional nos próximos quatro anos.

Contudo, para ser aceito em um MBA, não só no da Carlos III, mas da Europa, as universidades exigem alguns pré-requisitos. Confira cinco dicas do diretor do MBA Internacional da Carlos III, Jaime Ortega, para auxiliar os jovens que pretendem fazer um MBA no Velho Continente:

1-      Domínio pleno do inglês: a maioria dos MBAs na Europa são ministrados em inglês. Se o estudante não tiver conhecimento total da língua, dificilmente será aceito. Alguns MBAs, inclusive, exigem boas notas no Graduate Management Admission Test (GMAT) e no Test Of English as a Foreign Language (Toefl).

2-      Experiência profissional: normalmente os MBAs Internacionais requerem uma experiência mínima de três a cinco anos no mercado de trabalho. Geralmente, o foco das Universidades são os jovens de 25 a 30 anos.

3-      Bom histórico escolar na graduação: no Brasil, não temos a cultura de nos preocuparmos com boas notas, mas no exterior isso pesa muito. Um estudante com boas notas na Universidade já sai na frente de outro que não teve um bom aproveitamento.

4-      Cartas de recomendação: quase todos os MBAs da Europa exigem do estudante uma ou duas cartas de recomendação. O intuito é ter o depoimento e avaliação sobre o estudante de pessoas que tenham efetivamente trabalhado com ele e que o conheçam bem. As cartas ajudam as escolas a ter uma visão mais abrangente de quem é a pessoa.

5-      Visto: parece óbvio, mas alguns países europeus são mais rigorosos com relação ao visto para brasileiros. Alguns países como a Inglaterra, por exemplo, às vezes não permitem ao estudante a possibilidade de estudar e trabalhar ao mesmo tempo. Vale sempre checar como funciona a questão do visto no País onde o estudante pretende morar.  

(Redação – Agência IN)