Candidatos à presidência: veja quem disputa as eleições 2018

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Destaque Veja quem poderá ocupar o cargo de presidente do Brasil Foto: divulgação Veja quem poderá ocupar o cargo de presidente do Brasil

Quando o ano de 2018 começou, o tema sobre as eleições já havia tomado as manchetes dos noticiários. As dúvidas em relação a quem iria, de fato, se candidatar e como seria o futuro do país nas mãos do novo chefe de Estado causou grande alarde nacional e internacionalmente.

Apesar das eleições 2018 estarem marcadas para o dia 07 de outubro, a campanha eleitoral começou extraoficialmente alguns meses antes. Nos bastidores, partidos foram em busca de nomes fortes para lançarem ao pleito e firmarem alianças. Os brasileiros, por outro lado, especularam quais seriam os rostos vistos nas urnas e qual deles seria eleito vencedor.

No mercado financeiro, há grande expectativa em relação ao resultado das urnas. Com isso, já é esperado que haja fortes oscilações no mercado, especialmente na Bolsa de Valores. Se por um lado, esse cenário pode provocar receio, por outro investidores com visão estratégica poderão tirar bom proveito dessa intensa movimentação.

Como as eleições 2018 podem afetar a economia brasileira

O maior número de candidatos nas eleições deste ano acaba aumentando as incertezas em relação ao resultado nas urnas. Essa indefinição também afeta o cenário econômico, que nos últimos anos sofreu com a instabilidade política no Brasil e os diversos escândalos de corrupção.

Segundo relatório do banco Credit Suisse, a eleição para a presidência em 2018 apresenta grande risco para o desempenho da economia. De outro modo, também indica que o crescimento econômico do país tem chances de melhoria em 2018, apresentando avanço do Produto Interno Bruto (PIB), do consumo das famílias brasileiras e dos investimentos.

Isso tudo pode ocorrer, ressaltou a instituição, caso o contexto internacional permaneça positivo e que a conjuntura política não cause grandes impactos na economia do país. O âmbito global, por enquanto, se mantém favorável, mas também apresenta riscos. Especialmente na relação do governo de Donald Trump com outros países, como a Coreia do Norte e a China.

Na área de finanças pessoais, muitos brasileiros estão receosos em relação ao que está por vir e como o contexto eleitoral pode influenciar os melhores investimentos de 2018. Segundo Rafael Panonko, chefe da equipe de análise do Toro Radar, a política vai continuar ditando o ritmo de negócios por aqui, principalmente na Bolsa de Valores.

A aprovação de reformas e outros projetos que podem ajudar a equilibrar as contas públicas, por exemplo, poderão provocar otimismo no mercado financeiro e incentivar o aumento de investimentos, especialmente de capital estrangeiro.

Candidatos à presidência do Brasil 2018

Abaixo, estão os nomes que foram confirmados pela justiça eleitoral para concorrer ao cargo de chefe de Estado do Brasil.

Jair Bolsonaro

candidato-a-presidencia-jair-bolsonaroMilitar da reserva e deputado federal no sétimo mandato, Bolsonaro é o candidato do Partido Social Liberal (PSL) para as eleições de 2018.  Suas pautas giram em torno da redução da maioridade penal, do porte de arma para civis e dos valores cristãos. Está envolvido em polêmicas sobre a multiplicação de seu patrimônio, uso indevido de auxílio-moradia e nepotismo.

Ponto de partida: Ganhou grande relevância nos últimos anos, após dar opiniões fortes sobre temas como segurança e direitos humanos. Seu posicionamento conservador conquistou muitos fãs pelo país, dando a ele o título de deputado federal mais votado nas eleições de 2014. O recente atentado contra ele ajudou a alavancar sua candidatura.

Desafio de campanha: Suas posições radicais podem afastar eleitores que têm valores mais conservadores, mas não concordam com o radicalismo. Além disso, precisará mostrar que tem mais a oferecer do que um discurso incisivo.

Agenda econômica: Seu plano de governo inclui a redução da dívida pública por meio de privatizações, concessões, venda de propriedades imobiliárias da União. Também pretende criar o Ministério da Economia, fundindo os Ministérios da Fazenda, Planejamento e Indústria e Comércio.

Fernando Haddad

candidato-a-presidencia-fernando-haddadO ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da educação, Fernando Haddad, é o candidato à presidência do Partido dos Trabalhadores (PT). Seu nome foi definido como substituição a Luiz Inácio Lula da Silva, que teve candidatura negada pela justiça eleitoral.

Ponto de partida: já tem experiência na política, tendo sido ministro entre 2005 e 2012 nos governos Lula e Dilma. Conta com o apoio dos eleitores fiéis de Lula, já que o ex-presidente está preso e não pode concorrer à presidência nas eleições de 2018.

Desafio de campanha: o sentimento anti-PT é forte no país, o que pode fazer o candidato enfrentar grande resistência dos indecisos. Também precisa se desvencilhar das acusações de improbidade administrativa durante seu mandato como prefeito de São Paulo.

Agenda econômica: o candidato já afirmou que é necessário tomar medidas urgentes em nas áreas fiscal, tributária e de crédito. Além disso, tem a proposta de tornar isento de imposto de renda quem ganha até 5 salários mínimos.

Geraldo Alckmin

candidato-a-presidencia-geraldo-alckminFormado em medicina, o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) tem ampla experiência na política. Já foi vereador, prefeito da cidade de São Paulo, deputado estadual, deputado federal por dois mandatos, vice-governador, governador e secretário de Desenvolvimento do Governo de São Paulo. Disputou as eleições presidenciais de 2006, mas perdeu para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ponto de partida: É um candidato de centro-direita, com discurso mais moderado e que pode conquistar eleitores indecisos ou que fogem de extremismos.

Desafio de campanha: Um de seus maiores impedimentos éevitar que seu nome fique marcado pelo envolvimento em esquemas de corrupção, uma vez que já foi citado na delação da Odebrecht.

Agenda econômica: Já declarou que, caso seja eleito presidente da república, o foco de seu governo será emprego e renda. Outras questões consideradas prioridade para Alckmin são a política fiscal e a reforma da previdência.

Marina Silva

candidato-a-presidencia-marina-silvaCom uma pauta voltada para a preservação do meio ambiente, Marina Silva já foi vereadora, deputada estadual e senadora. Ficou à frente do Ministério do Meio Ambiente, entre 2003 e 2008. Também disputou o cargo de presidente da república nas eleições de 2010 e 2014.

Ponto de partida: A vasta experiência como candidata à presidência em outras eleições pode ajudar a evitar erros do passado e conquistar eleitores que ainda não decidiram voto.

Desafio de campanha: Seu discurso conservador em relação à flexibilização das drogas, aborto e também sobre a causa LGBTQ+ podem provocar a perda de votos. Também enfrenta desafios dentro do partido atual, o Rede Sustentabilidade, com a saída de filiados.

Agenda econômica: Adota tom mais brando em relação às reformas, no entanto concorda que mudanças são necessárias para transformar o horizonte do país. Entre suas propostas, está a de simplificar tributos, agregando PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS e criando o Imposto sobre Bens e Serviços.

Ciro Gomes

candidato-a-presidencia-ciro-gomesIngressou na política em 1982, tendo ocupado cargos públicos como governador do Ceará e ministro da Fazenda. Já foi candidato a presidente da república nas eleições de 1998 e 2002.

Ponto de partida: Tem mais de três décadas de vida política e se mostra aberto a pautas inclusivas, como a causa LGBTQ+.

Desafio de campanha: Seu temperamento explosivo é um desafio para amenizar a imagem pública de pessoa intempestiva. Além disso, terá que trabalhar para desvincular seu nome de investigações de fraudes e do Partido dos Trabalhadores, onde já foi filiado.

Agenda econômica: Concorda com a necessidade de reformas, mas adota tom de cautela. Propõe acertar as contas do governo, fazendo uma reforma da Previdência, cortando gastos, mudando a carga tributária, e reduzir a taxa de juros.

João Amoêdo

candidato-a-presidencia-joao-amoedoUm dos fundadores do partido Novo, Amoêdo é um estreante na vida política. Com carreira no mercado financeiro, ele propõe ser uma novidade fora da política da tradicional. O partido conta com nomes de peso do empresariado brasileiro e até personalidades, como o técnico de vôlei, Bernardinho.

Ponto de partida: Sua experiência no mercado financeiro é um ponto que pode ser benéfico.Sua candidatura é vista com otimismo por executivos e empresários, que buscam renovação na política através de novos nomes à frente do Planalto.

Desafio de campanha: Seu maior desafio é vencer o anonimato e mostrar que, apesar de pouca experiência na vida pública, tem condições de gerir um país.

Agenda econômica: Entre seus principais pontos está a responsabilidade fiscal. O candidato acredita que o Estado tem de estar com suas contas equilibradas, cortando gastos e realizando privatizações, para permitir que a taxa de juros diminua ainda mais e possa incentivar o empreendedorismo no país.

Henrique Meirelles

candidato-a-presidencia-henrique-meirellesO ex-ministro da Fazenda do governo de Michel Temer participa do pleito pelo MDB. Tem experiência na área econômica tendo sido presidente da Banco Central do Brasil por oito anos durante o governo Lula.

Ponto de partida: sua ampla experiência na área financeira e sua atuação como ministro da Fazenda para recuperar a economia do País são vistas com bons olhos.

Desafio de campanha: tem forte ligação com o setor de bancos, o que pode levantar desconfiança de que ele vá presidir em favor de aliados e em detrimento do povo. Além disso, seu nome está envolvido em investigações da Operação Lava Jato.

Agenda econômica: é a favor de reformas para equilibrar as contas do governo, sendo um dos principais articuladores da reforma da Previdência. Também é a favor de privatizações e de simplificar o regime tributário.

Guilherme Boulos

guilherme-boulos-candidato-a-presidencia-2018Coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos é o candidato à presidência pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL). Com 35 anos de idade, ele é o candidato mais novo da história no País.

Ponto de partida: sua experiência com movimentos sociais e militância estudantil pode facilitar sua inserção entre eleitores que simpatizam com pautas de esquerda e/ou que possuem menor renda. Seu apoio ao ex-presidente Lula também pode ajudar a angariar votos.

Desafio de campanha: seu currículo de militância pode afastar eleitores que buscam candidatos mais amenos. Além disso, a difusão da esquerda brasileira entre diferentes candidatos pode ser um forte obstáculo nas urnas.

Agenda econômica: entre suas propostas está a revogação da reforma trabalhista. Além disso, pretende criar um programa de obras públicas, visando melhorias na mobilidade urbana, moradia e saneamento básico.

Álvaro Dias

candidato-a-presidencia-alvaro-diasCandidato à presidência pelo partido Podemos, Dias é senador eleito pelo estado do Paraná. Já foi vereador, deputado estadual, deputado federal e governador do estado paranaense. Disputou as prévias em 1989 para ser candidato a presidente pelo Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), mas perdeu para Waldir Pires.

Ponto de partida: Enfatiza em seu discurso o combate a privilégios, abrindo mão de benefícios a que tem direito pelos cargos que ocupou, fator que pode conquistar a simpatia de muitos eleitores.

Desafio de campanha: Uma grande dificuldade de sua campanha é aumentar sua popularidade para além dos estados do sul do país.

Agenda econômica: Entre suas propostas para organizar as contas públicas, está a realização de um corte linear de 10% nas despesas, buscando a eliminação do déficit primário no primeiro ano de mandato. Também pretende incentivar setores estratégicos, como o energético, o ambiental, o agronegócio, o turismo e a construção civil, na criação de empregos.

José Maria Eymael

candidato-a-presidencia-jose-maria-eymaelO candidato do Partido Democracia Cristã concorreu ao Planalto quatro vezes, no anos de 1998, 2006, 2010 e 2014. Já foi deputado federal entre 1987 e 1995 e disputou a prefeitura de São Paulo em 1985 e 2012.

Ponto de partida: Participou da Assembleia Nacional Constituinte de 1987, onde teve diversas propostas aprovadas, muitas delas ligadas aos direitos dos trabalhadores.

Desafio de campanha: Recentemente, teve seu nome citado por delatores da Odebrecht que afirmaram que o candidato à presidência recebeu dinheiro de caixa 2 para sua campanha presidencial de 2010.

Agenda econômica: Defende apoiar o empreendedorismo e a criação de micro, pequenas e médias empresas. Ainda, propõe o incentivo ao crescimento do turismo e da construção civil.

Cabo Daciolo

candidato-a-presidencia-cabo-dacioloEx-bombeiro militar e deputado federal, Daciolo é o candidato do partido Patriota para ser presidente do Brasil. Seu forte perfil religioso se destaca em sua campanha à presidência da República.

Ponto de partida: pode conseguir apoio de pessoas ligadas à religião que pratica e dos críticos às empresas de mídia. Também pode ter simpatizantes em comum com Jair Bolsonaro.

Desafio de campanha: seu maior obstáculo pode ser conquistar o eleitorado provando que sua forte religiosidade não afetará sua competência como governante.

Agenda econômica: seu programa de governo propõe investir 10% do PIB na educação e diminuir a taxa de juros com o objetivo de atrair investimentos estrangeiros para o país e aumentar a competitividade do Brasil no mercado internacional.

João Goulart Filho

candidato-a-presidencia-joao-goulart-filhoFilho do ex-presidente João Goulart, o candidato do Partido Pátria Livre (PPL) à presidência é filósofo e um dos fundadores, ao lado de Leonel Brizola, do Partido Democrático Trabalhista (PDT).

Ponto de partida: a história de seu pai, João Goulart, como presidente do Brasil deposto pelo regime militar pode ser um trunfo para angariar eleitores.

Desafio de campanha: seu maior desafio é conseguir um espaço para sair do anonimato e conquistar eleitores indecisos.

Agenda econômica: entre suas propostas, estão o aumento do salário mínimo, redução do desemprego e revogação da Emenda Constitucional do Teto do Gasto Público, que congelou os investimentos em saúde e educação por 20 anos.

Vera Lúcia Salgado

candidato-a-presidencia-vera-luciaA candidata a presidente pelo Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) é formada em ciências sociais pela Universidade Federal de Sergipe. Também já se candidatou à prefeitura de Aracaju por três vezes, sem sucesso.

Ponto de partida: pode ganhar votos de quem busca um candidato à presidência com pautas focadas nas classes mais baixas. Ainda, o fato de ser mulher e negra também pode ser visto como ponto positivo entre seus simpatizantes.

Desafio de campanha: apesar já ter se candidatado em outras eleições, Vera Lúcia nunca ocupou cargos políticos ao longo de sua carreira. Além disso, suas propostas podem provocar resistência em eleitores, já que pretende, entre outras coisas, reestatizar as estatais já privatizadas.

Agenda econômica: no seu plano de governo, Vera Lúcia afirma que pretende implementar planos de obras públicas para gerar emprego e resolver problemas estruturais. Também propõe suspender o pagamento da dívida pública com grandes investidores e acabar com incentivos fiscais.

Quem quer ser candidato à presidência

Além dos candidatos confirmados, já houve outros nomes cotados para assumir a cadeira de presidente do Brasil e que, até a confirmação junto ao TSE, tinham possibilidade de entrar na corrida presidencial.

Luiz Inácio Lula da Silva

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À frente nas pesquisas de intenção de voto, o rosto do Partido dos Trabalhadores (PT) foi um nome forte para as eleições de 2018. No entanto, sua candidatura não foi permitida pela justiça eleitoral pois está cumprindo pena pela condenação em segunda instância.

 

Luciano Huck

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Apresentador de TV e empresário. Sua indicação causou alvoroço no meio político, uma vez que o apresentador possui forte carisma e aprovação popular. Todavia, Huck se manifestou publicamente dizendo que não concorrerá em 2018.

 

Joaquim Barbosa

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Ex ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), é outra personalidade que possui grande apreço dos brasileiros. Ele assumiu que foi sondado por alguns partidos, mas decidiu não participar da disputa.

 

 

João Doria

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Atual prefeito da cidade São de Paulo, foi cotado para disputar as eleições presidenciais de 2018 pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). No entanto, cedeu a vez para Geraldo Alckmin.

 

 

Manuela D’Ávila

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Foi pré-candidata à presidência pelo Partido Comunista do Brasil (PC do B). Já foi deputada federal por dois mandatos e líder do partido na Câmara. A atual deputada estadual pelo Rio Grande do Sul, abriu mão da candidatura para presidente para ser vice de Fernando Haddad (PT).

 

Rodrigo Maia

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Sucessor de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) como presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia chegou a afirmar que seria candidato à presidência da República em 2018 pelo Democratas, no entanto desistiu da candidatura.

 

 

Levy Fidelix

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Iria participar da corrida presidencial pela terceira vez, tendo sido candidato em 2010 e 2014 pelo mesmo partido.

 

 

 

Cristovam Buarque

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Ex-ministro da Educação entre 2003 e 2004 e atualmente senador pelo Distrito Federal. Cristovam foi considerado como uma possibilidade para a presidência pelo Partido Popular Socialista (PPS).

 

 

Paulo Rabello de Castro

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O ex-presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) chegou a ser escolhido pelo Partido Socialista Cristão (PSC). Mas, em agosto de 2018, retirou sua candidatura.

 

 

Outros nomes que chegaram a cogitar a disputa pela presidência do Brasil em 2018 foram:

  • Fernando Collor, ex-presidente do Brasil.
  • Valéria Monteiro, ex-apresentadora de televisão.
  • Aldo Rebelo, ex-ministro das Relações Internacionais.
  • Dr. Rey, cirurgião plástico e apresentador de TV.
  • Flávio Rocha, dono do grupo de varejo Guararapes.

Apesar de estarem sendo feitas pesquisas de intenção de votos, muitos nomes cotados para carregar a faixa presidencial em 2019 ainda têm um longo caminho pela frente. Alguns enfrentam denúncias de corrupção, outros devem superar disputas partidárias e há ainda aqueles que precisam vencer o anonimato e conquistar eleitores Brasil afora.

Com tantas variáveis em jogo, dúvidas em relação ao futuro da política e da economia brasileira estão ficando cada vez mais comuns. Com informações atualizadas em mãos, no entanto, o eleitor brasileiro ficará mais preparado para escolher seu próximo presidente em 2018.